<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367</id><updated>2011-07-07T18:23:24.910-07:00</updated><category term='Textos de apoio'/><category term='Bibliografia'/><category term='Divulgação'/><category term='Para reflectir'/><title type='text'>Estudo de Elite</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>50</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-7792812014213523203</id><published>2009-12-11T13:08:00.000-08:00</published><updated>2009-12-11T13:09:00.869-08:00</updated><title type='text'>Ópera na Universidade - som de elite</title><content type='html'>9ª Gala de Ópera da Universidade de LisboaSÁBADO, 12 DEZEMBRO 2009 21h30 AULA MAGNA&lt;br /&gt;A Gala de Ópera da Universidade de Lisboa tem esgotado a Aula Magna desde a sua primeira edição em 2001. O reconhecimento do público e da crítica é cada vez mais unânime.&lt;br /&gt;O repertório desta nona edição inclui peças de Giuseppe Verdi e uma ópera em dois actos de Gaetano Donizetti.&lt;br /&gt;Um espectáculo ímpar sob a direcção do maestro Christopher Bochmann.&lt;br /&gt;Solistas:&lt;br /&gt;Sandra Medeiros, soprano&lt;br /&gt;Laryssa Savechenko, contralto&lt;br /&gt;João Queirós, tenor&lt;br /&gt;Armando Possante, barítono&lt;br /&gt;Participantes&lt;br /&gt;Orquestra Sinfónica Juvenil&lt;br /&gt;Coro da Universidade de Lisboa&lt;br /&gt;Coro de Câmara da Universidade de Lisboa&lt;br /&gt;Coro do Conservatório Regional de Setúbal&lt;br /&gt;Coro do Instituto Gregoriano&lt;br /&gt;Direcção Christopher Bochmann&lt;br /&gt;Programa&lt;a href="http://www.ul.pt/pls/portal/docs/1/261334.PDF"&gt;http://www.ul.pt/pls/portal/docs/1/261334.PDF&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Entrada por convite ou livre (sujeita à lotação da sala).&lt;br /&gt;Entrega de convites a membros da Universidade de Lisboa na Divisão de Actividades Culturais e Imagem da DSRE, Reitoria da Universidade de Lisboa, Alameda da Universidade, Campo Grande&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-7792812014213523203?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/7792812014213523203/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/12/opera-na-universidade-som-de-elite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/7792812014213523203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/7792812014213523203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/12/opera-na-universidade-som-de-elite.html' title='Ópera na Universidade - som de elite'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-629860378801645255</id><published>2009-12-11T07:08:00.001-08:00</published><updated>2009-12-11T07:29:26.964-08:00</updated><title type='text'>Elites e poder local</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SyJjNgSvowI/AAAAAAAAABc/yCm2wjceQzE/s1600-h/As_Elites_e_o_Poder_Local_em_Serpa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413998785710760706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 288px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SyJjNgSvowI/AAAAAAAAABc/yCm2wjceQzE/s400/As_Elites_e_o_Poder_Local_em_Serpa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;LANÇAMENTO DO LIVRO: As Elites e o Poder Local em Serpa, da autoria de Ana Cortez de Lobão Apresentação: Professor Nuno Gonçalo Monteiro Data e Local: 17 de Dezembro às 18.30 horasEspaço Memória dos ExíliosAv. Marginal, Estoril (Ed. dos CTT – 1.º piso) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-629860378801645255?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/629860378801645255/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/12/elites-e-poder-local.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/629860378801645255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/629860378801645255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/12/elites-e-poder-local.html' title='Elites e poder local'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SyJjNgSvowI/AAAAAAAAABc/yCm2wjceQzE/s72-c/As_Elites_e_o_Poder_Local_em_Serpa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-275743796721207940</id><published>2009-08-10T14:59:00.001-07:00</published><updated>2009-08-10T14:59:47.105-07:00</updated><title type='text'>Figuras empreendedoras: Infante D. Henrique</title><content type='html'>Se há uma figura de excelência na História de Portugal que mereça personificar o espírito do empreendedor e protagonizar simbolicamente o emprendedorismo, essa figura é a do Infante D.Henrique, dito, quase abusivamente o Navegador. E diz-se aqui abusiva tal designação, pois Henrique concebeu o navegar com visão Universal mas nunca embarcou, literalmente e apesar disso, em nenhum dos empreendimentos que o seu génio e visão prepararam.&lt;br /&gt;            A estratégia Portugal foi relançada pelo seu pai, D.João I, que recuperou a identidade de uma marca forte, a marca Portugal ameaçada, por assim dizer, perante um take over castelhano, definindo-a regionalmente. Assim criou uma relação com a comunidade local, aquela que o escolheu como soberano. Em marcha, encontrava-se uma nova geração de ilustres – a Ínclita Geração – e o quinto filho do rei, Henrique, pegou numa marca forte, com pouco mais de duzentos anos, e não só a reposicionou como a disponibilizou ao Mundo inteiro.&lt;br /&gt;            A nova dinastia, a de Avis, iniciada por João I, tornou-se peça-chave na genética e na divulgação do sentido de ser português, assumindo uma nova óptica de lucro: a expansão.&lt;br /&gt;            Portugal criou, com D.Henrique, uma imagem premium, estabelecendo as novas regras de mercado: um Reino líder com uma expansão de rede nos quatro cantos do Mundo conhecido, revelado pelos navegadores portugueses, pilares fundamentais desta visão estratégica. Aliás, a imagem de grandiosidade parecia atrair o infante, se aceitarmos o que nos sugerem as crónicas de Zurara: havia nele um sentido da teatralidade, um gosto pela ética cavaleiresca e desde cedo gostava de organizar cerimónias aparatosas. Vestia-se com roupas caras, impunha aos seus criados o uso de librés aparatosas, encenava festividades dispendiosas, para seu entretenimento ou para assinalar a partida de exércitos portugueses ( como o que aconteceu na partida para Marrocos, símbolo da sua biografia, já que na sequência da tomada de Ceuta foi armado cavaleiro, com os seus irmãos ). A carta que endereça ao seu pai, em1428, onde descreve o casamento, em Coimbra, do seu irmão D.Duarte com Leonor de Aragão, parece destacar esse gosto pelo fausto e suas grandezas: descreve com minúcia entusiasmada os detalhes da ocasião...&lt;br /&gt;            É bem possível que a verdadeira biografia do Infante D. Henrique esteja, no entanto, por contar, mesmo tendo em conta as largas centenas – milhares? - de títulos que lhe foram dedicados ao longo dos séculos, do aqui citado Gomes Eanes de Zurara, seu coetâneo e admirador, aos novos interpretativos já no século XXI. A verdade é que ainda em vida sua, em Portugal, produziu-se o mito em seu redor – transcendendo o homem, em glória e imortalidade.&lt;br /&gt;            Assim, registamos que o Príncipe Henrique, o Navegador, também conhecido como Infante Dom Henrique ou Infante de Sagres, Duque de Viseu e Senhor da Covilhã, cavaleiro da Ordem da Jarreteira, dirigente da Ordem de Cristo - que sucedeu à Ordem dos Templários e da qual D.Henrique foi curador e administrador dos bens e não Grão-mestre como já se escreveu , num cargo que deteria até ao fim da vida - , foi sobretudo a mais importante figura do início da era dos Descobrimentos – e um dos maiores mitos da história portuguesa.&lt;br /&gt;            A sua figura é tão dilatada em fama e prestígio que até os ingleses – sempre ciosos dos seus próprios valores - , a começar por Samuel Purchas, famoso geógrafo britânico do século XVII - , quiseram destacar no Infante o seu sangue inglês. E de facto, Henrique era um dos filhos da princesa inglesa Filipa, de Lencastre ( isto é, natural de Leicester, no Reino Unido). Filipa era da casa dos Plantagenetas, por ser filha de João de Gant, primeiro Duque de Lencastre, com Branca de Lencastre. Tornou-se rainha consorte de Portugal através do casamento com o rei D. João I, celebrado em 1387 na cidade do Porto. Este casamento foi acordado no âmbito da Aliança Luso-Inglesa, um acordo firmado contra o eixo França-Castela. Foi atribuída a Filipa a distinção inglesa da Ordem da Jarreteira.&lt;br /&gt;            Terá sido na mesma cidade do Porto que nasceu o infante D.Henrique, a 4 de Março de 1394. Henrique é um mito, a começar não só por esta ascendência como também pelo dia do seu nascimento. É que a data coincidiu com uma Quarta-Feira de Cinzas, dia que se considerava, pela carga simbólica evidente, pouco propício ao nascimento de uma criança.&lt;br /&gt;            De proprietário rural, senhor efectivo e austero, Henrique levou a sua ambição ao Mundo, tornando-se “dono moral” de um Império.&lt;br /&gt;            Como empreendedor, terá estabelecido, no entanto, o seu plano de negócio a partir de uma realidade muito modesta: apesar de ser esse o desejo do rei, o património da coroa não era suficientemente vasto para para satifazer as suas ambições. Portugal era um reino pobre para prover a cinco infantes. As guerras da independência tinham contribuído decisivamente para esgotar o património da coroa. O plano de negócio é um objecto que ainda hoje criamos com o objetivo de estruturar as principais ideias e opções que o empreendedor analisará para decidir quanto à viabilidade da empresa a ser criada. O seu plano de negócio parece ter sido o de mover o reino para fora das fronteiras tradicionais, reunindo uma frota e um exército poderosos rumo ao sul: a fronta era constituída por quase uma centena de navios mercantes requisitados ou fretados ( muitos eram estrangeiros: castelhanos, flamengos, alemães, bretões e ingleses ) e saíram do Tejo em 26 de Julho de 1415.  As descrições mais fidedignas afirmavam que “transportavam grande quantidade de madeira e “máquinas de cerco”( outras fontes referem que estas máquinas incluíam muitos canhões). Um esquadrão de vinte galés reais acompanhava os navios reais que acompanhavam as tropas. Do Porto, sob a direcção do jovem Infante D.Henrique, partiu um grupo de várias galés e navios mercantes, equipados...&lt;br /&gt;            Um projecto ou empreendimento pessoal ou corporativo pode ser estruturado e administrado de diversas maneiras, mas se o que se pretende é capital ou recursos de investidores, de bancos-“incubadoras” ou de outros órgãos de fomento, ou ainda se se pretende convencer outros parceiros a investir numa ideia, há que colocar na ponta do lápis o plano de negócios. No caso do Infante, esta “estreia” parece ser cuidadosamente preparada, e a frota que partiu rumo ao norte de África era um ensaio que resultava de muitos tempo de ponderação. Há notícia de que, quase dois anos antes, em Março de 1413, D.Henrique tinha mantido conversações com os mais experiementados generais de D.João I, com o intuito de preparar uma cruzada contra o Islão – existem motivos para supor que o mesmo projecto fora abordado pouco depois de concluída a paz com Castela, isto é, em 1411. Até há poucos anos, era apenas a crónica de Zurara a fornecer os elementos para este momento crucial da história do Reino e do Infante, todavia, novos documentos têm surgido capazes de fazer entender os preparativos navais da expedição. Nesses documentos destaca-se o conjunto de relatórios enviados de Portugal para Fernando I de Aragão, por Ruy Díaz de Vega, um agente secreto castelhano ao serviço do rei Fernando ( que era o soberano mais apreensivo quanto aos planos do monarca    português. Fernando temia que o objectivo português fosse uma cidade na costa marroquina. Nos tempos pré-islâmicos, o então território de Marrocos consistia na província visigótica da Mauritânia Tingitana, governada a partir de Toledo. Castela tinha pretensões sobre o território e uma iniciativa de João I de Portugal em Marrocos desagradava obviamente aos castelhanos. De uma carta assinada em Sacavém, Díaz diz a Fernando que o destino dos portugueses será Gibraltar ou Ceuta  ).&lt;br /&gt;            Díaz relata a dimensão do exército expedicionário: 5400 homens de armas, 1900 besteiros montados e 3000 desmontados. Mais 9000 peões ( o que prefaz um total de mais de 19 mil homens ).  Díaz relata dados sobre tonelagem e quantidade da tripulação a bordo de cada um dos navios estrangeiros já fretados pela coroa portuguesa.&lt;br /&gt;Este momento propodêutico da tomada de Ceuta é sintomático no que se passará a seguir na vida e acção empreendedora do infante, acabado de sair da adolescência mas aparentemente figura primordial no protagonismo entre a elite dirigente portuguesa.&lt;br /&gt;Muitos elementos convergem para a posterior acção empreendedora do infante – e para o seu êxito. A sua ligação à Ordem de Cristo dota-o de meios materiais diversificados.      A Ordem era herdeira da extinta Ordem dos Templários, cujas riquezas eram famosas e incluíam os conhecimentos de navegação ( da Península Ibérica ao Médio Oriente ).&lt;br /&gt;Hoje sabemos que a Ordem de Cristo possuía cópias dos mapas do famosos Claudius Ptolomeus, o carógrafo de Alexandria ( segundo século da era cristã ), que mostravam o mundo romano, desde as Canárias à Taprobana ( na índia, cerca de cem quilómetros do Sri Lanka actual ). D. Pedro terá trazido ao irmão uma arca com mapas e um diário de uns irmãos venezianos, oferta preciosa dos Doges de Veneza. O diário seria o de Marco Polo, com muitas das suas anotações e os seus mapas preciosos. &lt;br /&gt;            Na lenda vasta em torno do infante, é hábito encontrar que terá fundado uma vila no promontório de Sagres, onde terá vivido ( romanticamente a olhar para as ondas do Oceano Atlântico, e a pensar na forma de intentar por elas as suas expedições descobridoras, ali fundado uma escola de navegação ). Parece, isso sim, ter-se fixado nos arredores, entre Budens e a Raposeira, a norte da estrada que liga estas duas povoações a Lagos, no bonito concelho de Vila do Bispo, no barlavento Algarvio. Curiosamente, ali ainda hoje se pode visitar a Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, pequena ermida recentemente recuperada datada do século XIII, com diversos elementos góticos numa base ainda românica que pertenceu à Ordem dos Templários e depois à de Cristo.&lt;br /&gt;            Da escola de navegação nada se prova, a não ser a presença em Portugal de um cosmógrafo célebre, Jaime de Maiorga. Com ou sem escola formal, a verdade é que o acervo de mapas , portulanos e segredos de técnicas de navegar que permitiam ir voltar e, (extremamente importante) retornar a locais descobertos era o que de mais avançado havia na cartografia; o infante, soube reunir esse material e perceber que valia ouro, até porque permitia chegar ao ouro, e assim sendo protegeu cartógrafos, dando-lhes guarida e libertando-os das grilhetas dos corsários e piratas – percusores do actual “rapto de cérebros” - e aproveitando o que hoje se chamaria o seu know how, agindo mais uma vez com visão empreendedora.&lt;br /&gt;            Nos arredores da sua Quinta da Raposeira, o infante terá estabelecido estaleiros e oficinas de construção naval.&lt;br /&gt;            A partir das informações obtidas em Ceuta, todos os anos alguns navios tentaram explorações para o sul, no que resultou a série de descobrimentos, que imortalizaram a memória do infante D. Henrique. Em 1418, Bartolomeu Perestrelo descobriu a ilha do Porto Santo, cuja capitania lhe foi confiada com permissão de el-rei; e João Gonçalves Zarco acompanhado de Tristão Vaz Teixeira encontrou a Madeira; estas ilhas, contudo, já eram conhecidas, tendo sido descobertas no tempo de D. Afonso IV. D. Henrique, porém, não se limitou a dirigir as navegações, procurou colonizar as ilhas que se iam descobrindo. A Madeira, principalmente.&lt;br /&gt;            Anos depois, em 1432, Gonçalo Velho Cabral, comendador de Almourol, encontrou as ilhas dos Açores. No entretanto, não eram as ilhas do Atlântico que cativavam os cuidados do infante.Vinte tentativas se haviam feito para dobrar o cabo Bojador, mas os navegantes sempre recuavam por terror supersticioso. Finalmente, D. Henrique armou uma barcha, cuja capitania confiou a Gil Eanes, seu escudeiro, que partiu cm 1433, e voltou sem nada ter adiantado (aportando às Canárias, retrocedeu com uns cativos). Tornou a embarcar em 1434, e conseguiu o que se pensava ser impossível:  dobrar o cabo de todos os temores. Em 1436, Afonso Gonçalves Baldaia, copeiro de D. Henrique, percorrendo a costa ao sul do Bojador, descobriu o Rio do Ouro, e desembocando na Angra dos Cavalos. Continuando para o sul chegou à Pedra da Galé. Em 1441 Nuno Tristão descobriu o Cabo Branco, em 1443 a ilha de Arguim, onde se estabeleceu uma feitoria, e em 1445 visitou a costa da Senegâmbia, chegando até Palmar. A seguir, Diniz Dias dobra o Cabo Verde; João Fernandes, em 1445, penetra no interior do Sudão e chega ao país dos Tuaregues, sendo o primeiro europeu que explorou o interior do continente negro até Taguor; no ano seguinte, 1446, Álvaro Fernandes descobre a Serra Leoa, e reconhece a ilha de Gorea; em 1457 o veneziano Luís de Cadamosto e o genovês António Nola, ambos ao serviço do infante, descobriram a Gâmbia; em 1460 Diogo Gomes descobriu o arquipélago de Cabo Verde, que Cadamosto pretendia haver descoberto, e que mais tarde se provou não ser verdade, pela relação do próprio Diogo Gomes publicada em 1847 pelo Dr. Schmelles, de Munique. &lt;br /&gt;            Quando se reformou a Universidade, em 1431, estando em Lisboa o infante, fez-lhe doação por escritura da 12 de Outubro, dumas casas que comprara na freguesia de S. Tomé. Em 25 de Março de 1448 fez mercê à mesma Universidade de 12 marcos de prata, anuais, e consignados nos dízimos da ilha da Madeira, para salário da cadeira de prima de teologia. Esta mercê foi confirmada por carta de 12 de Setembro de 1460, pelo que se lhe deu o título de Protector dos Estudos em Portugal.&lt;br /&gt;            O infante D. Henrique faleceu em Sagres; o seu corpo foi depositado na igreja de Lagos, sendo dali trasladado para o convento da Batalha, em 1461, pelo seu sobrinho, o infante D. Fernando, filho de el-rei Duarte, a quem pouco tempo antes havia constituído herdeiro e adoptara como filho. D. Fernando veio a casar com sua prima D. Beatriz, filha do infante D. João, e foi o pai de D. Diogo, duque de Viseu, e de D. Manuel, duque de Beja, e rei de Portugal. Sobre o túmulo vê-se a sua estátua de pedra, que em relevo o representa ao natural, vestido de armas brancas. e coroado de coroa real entretecida de folhas de carvalho, e uma rosa no meio; tem nela três escudos: o primeiro com as armas do reino de Portugal e as suas, e nos outros dois as insígnias das duas ordens que professara, de Cristo e da Jarreteira. Foram sua divisa uns ramos pequenos, e curtos como de carrasco com seus frutos pendentes, e por mote em língua francesa as palavras: Talent de bien faire. Esta divisa também se vê no túmulo, tendo por baixo numa só linha, em todo o comprimento do túmulo, um epitáfio em letra alemã. El-rei D. Manuel mandou colocar também o seu retrato na estátua de mármore sobre a coluna, que divide a porta travessa da igreja de Belém, como fundador da antiga ermida de Nossa Senhora do Restelo, que existiu primeiro naquele local. ( Todas as representações do infante desmentem aquela que o destaca nos painéis de São Vicente, com chapéu borgonhês e bigode, mais uma das lendas que o ornamentam ). O seu empreendeorismo é inequívoco e assina uma das páginas mais importantes da nossa história, capaz de encarar o Mundo e dar-lhe novos mundos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;HONRADO, Alexandre, Isabel de Aragão, a Rainha dos Templários, Lisboa, 2009&lt;br /&gt; LABOURDETTE, Jean-François, História de Portugal, Lisboa, 2003&lt;br /&gt;MATTOSO, José, A Nobreza Medieval Portuguesa, A Família e o Poder, Lisboa, 1987&lt;br /&gt;-, Ricos-Homens, Infanções e Cavaleiros, A nobreza medieval portuguesa nos séculos XI e XII, Lisboa, 1982&lt;br /&gt;- Portugal Medieval, novas interpretações, Lisboa, 1985&lt;br /&gt;Saraiva,  José Hermano, Dicionário Enciclopédico de História de Portugal, Lisboa&lt;br /&gt;RUSSEL, Henrique o navegador, Livros Horizonte, Lisboa. 2004.&lt;br /&gt;SUCENA, Eduardo, A epopeia templária e Portugal, Lisboa, 2008&lt;br /&gt;ZURARA, Gomes Eanes de, Crónica da Tomada de Ceuta por El-Rei D.João I, ed. Francisco Maria Esteves Pereira, Lisboa, Academia das Ciências de Lisboa, 1915&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-275743796721207940?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/275743796721207940/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/08/figuras-empreendedoras-infante-d.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/275743796721207940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/275743796721207940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/08/figuras-empreendedoras-infante-d.html' title='Figuras empreendedoras: Infante D. Henrique'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-290340295081639032</id><published>2009-05-29T02:10:00.001-07:00</published><updated>2009-05-29T02:12:01.862-07:00</updated><title type='text'>Congresso Internacional</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/Sh-m1HCXxxI/AAAAAAAAABU/oOLkcFoOIb0/s1600-h/CARTAZ_CONGRESSO.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341171114436970258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/Sh-m1HCXxxI/AAAAAAAAABU/oOLkcFoOIb0/s400/CARTAZ_CONGRESSO.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Congresso Internacional das Ordens e Congregações Religiosas em Portugal - um grande acontecimento já em preparação&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-290340295081639032?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/290340295081639032/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/05/congresso-internacional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/290340295081639032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/290340295081639032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/05/congresso-internacional.html' title='Congresso Internacional'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/Sh-m1HCXxxI/AAAAAAAAABU/oOLkcFoOIb0/s72-c/CARTAZ_CONGRESSO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-4685519146021362390</id><published>2009-05-11T03:40:00.000-07:00</published><updated>2009-05-11T03:43:39.675-07:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>FUCHS, Dieter, MAGNI-BERTON, Raul ROGER, Antoine ( eds. ), &lt;em&gt;Euroceptcism, Images of Europe among mass publics and political elites,&lt;/em&gt; Barbara Budrich Publishers,  Opladen &amp;amp; Farmington Hills, MI 2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-4685519146021362390?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/4685519146021362390/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/05/livro-do-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/4685519146021362390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/4685519146021362390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/05/livro-do-dia.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-5991458459934332862</id><published>2009-05-11T03:20:00.000-07:00</published><updated>2009-05-11T03:24:58.350-07:00</updated><title type='text'>Comunicação ao Congresso Ideias de/para a Europa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;An idea of Europe as Elite´s Ideal for Portugal.&lt;br /&gt;Alexandre Honrado, Intituto Europeu de Ciências da Cultura-PMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tenho o dever de me fechar em casa no meu espírito e trabalhar quanto possa e em tudo quanto possa, para o progresso da civilização e o alargamento da consciência da humanidade”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fernando Pessoa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The giant tower of introspection - and the cultural whirlwind that surrounded him - that Fernando Pessoa erected and signed in the first half of the 2oth century, is one of my points of departure to overfly the territory of my European residence, of which I am a very small tenant, questioning myself if I have, or not, the duty of closing myself in my mind in this hour of crisis, to roam the space with solutions, from the foundations to the roof-tiles - to find in it a sense of civilizational progress and the ways that can provide an awareness enlargement for a hurt and disoriented humanity.&lt;br /&gt;I can even start by questioning if I do have a home in my mind, that is, recede - and complicate - undermining the title - An Idea of Europe as Elite´s Ideal -, that simply would be: an Idea of Europe.&lt;br /&gt;In fact, if we have a house, we built it from scratch, we settled that the neighbour´s garden started in the Urals, but a more orthodox geographer would tell us that we are a peninsula, a large excrescence. Nevertheless, we certainly are and we don´t need a historian to feel and know that centuries of History smother what any map may say.&lt;br /&gt;Let´s fold the map.&lt;br /&gt;To Fernando Pessoa, Portugal is the face of Europe, the one that “stares” - but the new question is what do we stare at, now that we are a sore body and much less the indifferent face that stares?&lt;br /&gt;I hold on to culture, which is the inherited mirror of a collective memory of residues and the flexible mesh that brings us together and supports us at each imbalance, at every nausea caused by the downfalls of History, in what it has of more cruel, intoxicating, incompetent and unfair. I search, in the new paths of cultural History, An idea of Europe as Elite´s Ideal for Portugal, knowing that, in the last decenniums, that very idea was a magnet of hope, after escaping from the New State, that affirmed itself through a clearly anti-European ideary, consubstantiated by Salazar´s statement “proudly alone”, to become an error of interpretations that must be corrected through initiatives as this International Congress that is taking place due to the celebration of Europe´s Day. I still must say that Elite is an always-alarming term and that elites are always defined by their power and their intrinsic influence, as well as by their own image reflected in the social mirror.&lt;br /&gt;Meanwhile, opposite to some mild interpretations, we, the Portuguese, did not accept Europe as a simplified destiny, when we joined the European Economic Community. That means, we did not become European by innocence or inevitability, through signature or request, but because we always were European. We have been European since the foundation of our nationality, and with a dominant place in the world, since the Expansion and our bold entrepreneurship.&lt;br /&gt;After much protagonism – a people with little over one and a half million persons dominated the world in the 16th century– we faced much decadence. In some stages, our Elite searched in Europe a solution for Portugal.&lt;br /&gt;For instance, the country of Garrett and Herculano is the one that requests a new European Portugal. The same happened with Eça´s Portugal and the one of Antero and Oliveira Martins, of Torga and António Nobre, of Teixeira de Pascoais, of José Régio and Jorge de Sena and many others. The will to free Portugal from its archaism had its inspiration in the great Europe, the immense space that, by contrast, showed our imperfections and smallness.&lt;br /&gt;A humiliating page of our History left us, for half a century, with our backs turned to Europe and the world, during the New State, in which we were an adjourned people – and caused in some of us the enormous will of being full citizens of the Old Continent and not its poor relatives. On the other hand, the same period deepened the scar of many others, grouped under the shadow of a country that was always in a crisis and that took possession of our mentality and viewpoint - reflecting a false image of ourselves that can even be oppressive.&lt;br /&gt;We must manage a heavy and fascinating heritage: from the Roman civilization and the original values of the idea of Europe that sprouted, we, Portuguese, possess the variety and shades of a concept of Europe built over deep roots.&lt;br /&gt;This is symbolized by many examples, as the legacy of the Latin poetry - not many European countries have so many poets - the perdurability of comportamental and pedagogical models; the use of civilizational criteria, the vision of the socially unprotected as individuals and human beings; religious tolerance; the perception of the other and of the exotic; the integration of the other… All this is an approach to the Roman world while paradigm of the European Union…&lt;br /&gt;Accepting this line of thought drove us further away from the previous Greek matrix and values, in which Europe was a group of closed micro-universes and not a common civilizational extension. Curiously, that led us even further away from other European peoples. Let´s observe what George Steiner states in (his) The Idea of Europe: the singularity of European culture can be found in the synthesis of two cultures, the Athenian and the one from Jerusalem "Very often, European humanism, from Erasmus to Hegel, searches for different ways of compromise between the Attic and Hebraic ideals." Moreover, he concludes: “The 'idea of Europe' is (...) the 'tale of two cities'." The Portuguese did not ideologically associate with those two cities. Their vision of Europe leans more towards Rome than to Jerusalem and it will not be the Athenian one, preferring the one of Ceuta or Casablanca or of the whole Africa!&lt;br /&gt;Christendom, for some understood as the pre-History of Europe, added new effects to the Roman and Greek Europe – and even so, our legacy was original. The denomination “modern History” was consecrated by the French historian, Cristóvão Keller that chronologically placed it after the “middle ages”, defining it as a period between Antiquity and the author´s own epoch. The “modern” spirit is responsible for the logic of Eurocentrism, which places Europe, from Renascence to Enlightenment, as precursor of modernity, for human and scientific progress and, afterwards, as the cradle of the contemporary world in which we live. The English historian, Trevor-Roper, in whom we can observe the modern and Eurocentric mind, makes this characterization of modern Europe: “if we consider the three hundred years of European history from 1500 to 1800, we can generally consider them as a period of progress.” With the end of the Hundred Years´ War (1340-1453), begins the centralization tendency that marks the beginning of Modern Age. It can be said that it starts with the Habsburg movement to dominate Europe, namely, Charles V (1500-1558)&lt;br /&gt;Europe and the idea of progress appear moulded, responsible for the geographical and temporal space, where the so-called contemporary civilization begins. From Hellenism to Christendom, from Humanism to Enlightenment, from the supremacy of “internal authority” as opposite to “external authority”, from the culture of rights to the Treaties of Rome, Nice and Lisbon, which arose new questions about the “European mind”, our History is not included here, wavering among sounds of hope and deep dark diagnosis of self-pity. Moreover, the Treaty of Lisbon, of so recent memory, « represents a decisive step forward - to take Europe out of the deadlock in which it was since the rejection of the French and Dutch referendums to the Constitutional Treaty. If this decisive step had not been taken in Lisbon, Europe would enter in a very serious institutional crisis, whose predicted outcome could be the worse. Disaggregation could be included ».&lt;br /&gt;In the 20th century, Europe is the territory of wars - and of relaunching. And Portugal is spared to the colossal effort of this barbarism that swept the continent from 1914 to 1918 and that happened again from 1939 to 1945, that butchered Bosnia that smothered the USSR…&lt;br /&gt;If centuries before Verney, Ribeiro Sanches, Pereira de Figueiredo and Frei Manuel do Cenáculo, has brought from the heart of Europe reflexions of gold and desirable glitters of culture, the news from the battle front brought, now, in the 20th century disappointment and the wish for distance.&lt;br /&gt;«For the here designated matrix of Portuguese Enlightenment, canonized with the official and state seal, contribute as role-models thinkers as Luís António Verney, António Nunes Ribeiro Sanches, António Pereira de Figueiredo and Frei Manuel do Cenáculo. The first two at the same level as Pombal in the inside knowledge of a more developed Europe, that is, travelling, living and working at the heart of that Europe that throbbed with a new reason, art and science, where countries like France, Holland, Italy, England and Austria&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;».&lt;br /&gt;For the common Portuguese, Europe becomes less and less an utopic goal – and even more an inexplicable and distant space of surprising successes that go from destruction and massacre to glory, reconstruction and progress. Europe-myth – which we all are without knowing it.&lt;br /&gt;Most of all, communal Europe is the Europe of the Rights of Man.&lt;br /&gt;The Rights of Man, democracy and the Constitutional State are fundamental values of the European Union. Consecrated in its founding Treaty, they were strengthened by the adoption of a Charter of Fundamental Rights. The respect for the rights of Man is an indispensable condition for the countries that which to join the European Union and for the countries that with it established trade agreements or of another kind. And it better be; it was unthinkable not to be like that! In our collective memory - we must also say it - here is also the weight of the first colonialisms, of the subjugation of other peoples, the suppression of other civilizations, bringing down other temples. It was from this continent that the slave ships set sail. This also unites us to almost every European - bad quality cement made with salty (of tears) sand, nevertheless cement. Since we want to be a family, we must accept, like in every family that we are together in feasts and burials.&lt;br /&gt;There will not be a better catharsis for that pain still in the memory of the European than being a bastion for the defence of the Rights of Man.&lt;br /&gt;And that is the proudest message that we can display in our common house. Manuel Antunes is considered one of the most distinguished Portuguese thinkers of the 20th century, having unique intellectual and civic paths. He directed Brotéria magazine from 1965 to 1982 and in it, he signed, with his name and dozens of pseudonyms, remarkable texts with an interdisciplinary dynamics and a plural ideological openness. He reflected, as few did, about the tension of the opposites: mundialism versus ethnocentrism and about the idea of European Nation, the one that could rethink Europe in an optimistic way. The happiness with which he faces the common and liberating space is highlighted, of a Continent, which is able to become a space with open borders or where borders between peoples and cultures could be built, but not as places of conflict but of encounters and exchanges.&lt;br /&gt;His text Europa: da comunidade económica à comunidade política presents the objective of the edification of a European Nation. A goal he has pursued to this day&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;...&lt;br /&gt;In a time of European Elections and in the uneasiness of national governments in times of crisis, the work towards the citizens´ political conscience must be stressed regarding the priority given to communal representation in the European space. Popular influence should be the effective lobby, overriding the inhabitants of the political habit, that is, the eternal “owners” of the political and party spectrum. In each of us, elements like freedom, equality and scientific progress should be daily partners. We are dealing here with a long process of mutation and cultural. However, each one of us must interpret and acquire the instruments to achieve them. No one may change us - that´s for us to decide.&lt;br /&gt;Nowadays, believing we have a good critical sense, we just proffer value judgements in a shameful resignation in public opinion that should be open and preponderant. In a world of globalization, the political class seems to surrender to a provincial dimension - which is to say, makes a province of its own influence circle - and the almost inexistent ideology of our time may mean that we will witness the victory of the immeasurable grandeur of Man as effective master of his destiny. However, for the critics, globalization is the cause of the present worldwide financial collapse, of greater differences, of unjust trade and general insecurity. For its advocates, it is the solution for all problems. We do not know who is right.&lt;br /&gt;Yet, we must make the following question: as we go forward in the 21st century, are we living mundialization times or are we redefining a great new frontier, the one of the Old Continent, trying to survive in the new map of unexpected mutations? Or will we end up following the authoritarian Bismarck when he stated that Who talks in terms of Europe is wrong?&lt;br /&gt;Making an appeal to recollection and re-reading Robert Schuman´s speech, The Political and Social Causes of Anguish, dated September 7, 1953, given in the Geneva International Meetings, as well as the replies he gave to the questions made to him in a public debate held in the following day, we will find some answers. The Europe he wants is an open and ample Europe, but with a common denominator. Without that common denominator, we would have a mere juxtaposition of countries that have nothing in common. It is the cultural community, the economical community, the effort community and the community of the common exploitation of resources.&lt;br /&gt;In the words of Abraham Lincoln: « To know what to do and how to do it, we must know first where we come from and where we are going ». In few occasions of our collective life did we really need to know what to do and how to do it.&lt;br /&gt;So here, we are talking about memories, even wishing the great and sated space of the future… Because memory is intense and today it is needed to understand who we are…&lt;br /&gt;Using Guilherme de Oliveira Martins´s words, one of the producers of new compromises and concepts, «Only memory can preserve us of a future in which humanity is forgotten ».&lt;br /&gt;According to Paul Ricouer, everything lies on «memory work». I would say, a work that begins with the assumption of the historic legacy for the necessary perception of transformation.&lt;br /&gt;We can´t forget that we can´t forget. We cannot lose the memory of ourselves! We cannot forget that we are what we do – in the complex and metabiological whole we create.&lt;br /&gt;Culture - is cultivating and caring. We have been cultivating little; caring even less. Deep down, the traditional recipes are unsatisfactory. They no longer give a good enough answer to today’s challenges.&lt;br /&gt;That is it, culture, my Penelope’s web. In addition, my fidelity, besieged, and sought after by so many pretenders, braces itself for the fight, which I keep inside. Today’s tasks – and the future opportunities – require leadership and vision, competences, respect for other cultures and a dedication to progress. Through training, education and changes of culture, mentors, investigation - and the promise must include the minorities and their rights and the emerging multiculturalism, which is itself reviving Europe – we will find a solution. It is culture which produces reform of nations – not laws. The ordinary folk sidestep the “frenzy of legislation”, unaware of the contents of the statute book but, conversely, culture can lead to an understanding of the heart of the law: it changes mentalities, transforms daily tasks, fashions institutions, promotes values, generates instruction, builds foundations, sets thing in motion. The cultural movement is the sustenance of our Europe. The Europe of free circulation of goods, products, people, intellects, The Europe of Democracy – constructed from within, with a civic intention of progression and not the looking backwards of conformists and indifference.&lt;br /&gt;It is understandable then the difficulty that arises from the concepts: each nation is the culture, which binds it. One and the other are inseparable. Or, as Eduardo Lourenço says, “Each nation only exists to think of itself and live its destiny, i.e. symbolically, as if it had always existed and had a promise of eternal existence. It is this conviction that accords each nation, each culture, -indeed the two are indistinguishable, - what we call ‘identity’&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;” And this interiorisation of identity is perhaps one of the most important challenges. In a world which is increasingly mixed, as more and more we carry with us our roots which we sink far from our geographic, social and religious space, it is important, indeed vital, it will be one of Europe's great objectives to continue to be a Europe of this variety. We changed from being a continent of massive exodus to a land of refuge. The winds changed direction and the exile is now a film viewed from the other side. We, - so used to going visiting, are now the hosts. Today's European will experience this new situation using the global view that we are obliged to have and use it to calm nationalistic emotion and the xenophobia, which is so bad for us, - we who have those celebrated ancient monuments.&lt;br /&gt;Eduardo Lourenço pointed to the excess of mythological and past imagery, which Portugal carries with it. This excess of the past, if it is indeed an advantage in terms of identity, is in some respects also a mythical fiction which restricts the view of its history and stops it from resolutely looking at the present and predicting the future, so it remains trapped in an agonising wait for someone to come along from another time and rise up to solve our crisis - the problems of a Portugal always-in-crisis&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;“Eduardo Lourenço surprises us by talking of a disillusioned Europe. Europe was, to some extent, a victim of its own success. With the ending of the Cold War, the Soviet Union collapsed and many expectations and new perplexities existed, which influenced its law. The frailty of Europe was evident, whether arising from the internal difficulty of overcoming old contradictions, or from a persistent external campaign of not allowing the old continent to become what it wanted to be”.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;We Europeans are a feature on the map. Only the continent of Australia has a surface area less than our own, which is about ten million square kilometres. In relation to the others, we are a lowly populated continent – and plainly getting older. We can cross our continent on foot – something that not many can boast. And we have a duty to know how to keep an area like that in good order, a place that seems fit for supremacy and for resolution of conflicts, being an area of closeness.&lt;br /&gt;The historian Jaque Pirenne used to say that a citizen who travelled from Eburacum (York) to Cadiz would feel like he was in his own country. Today does this become possible in a journey from Lisbon to Warsaw? The Gospel of Augustus was substituted by the Gospel of Christ in 380 A.D. and by the Thessolonican Edict of Emperor Theodosius I – and this unified the territory. Today border authorities allow the free circulation of goods, people and services. But would that citizen really feel at home? It is not, I think, that which unites us. You cannot hide it: our diversity is brutal – after just a few kilometres, we no longer feel at home. We have been many centuries creating this patchwork from scraps, different in colour, texture, in the material. It is the coexistence of this difference that unites us and not its standardisation. In this respect, perhaps other continents would have this uniqueness, but the intricacies of our history caused us to have to find higher, more conceptual common denominators.&lt;br /&gt;Following the words of Jean Monnet himself, it is worth highlighting that the project of 9th May 1950 was not a mere technical choice, but rather a process of inventing new political models… The first lines of the declaration written by Jean Monnet, discussed and read to the Press by Robert Schumann, French Trade Minister, immediately give an idea of the ambition of the proposal: “World peace cannot be safeguarded without a creativity equal to the dangers that threaten it”.&lt;br /&gt;It now concerns a new peace, in this troubled start to the 21st century, which, so as not to be a century of bankruptcy, of disgrace, of speculation, of corruption, of genocide, of indiscriminate wars, like many others, requires the urgency of new ideas. It concerns a new peace – which renounces economic, social, political, mental, religious, institutional, and…cultural fundamentalisms and which puts Man back at the centre of the action, contradicting this time which we live in, where poverty is the poverty of traditional human values, poverty that drives man from himself – it is in that peace, yes there, where the 21st century could be a pioneer.&lt;br /&gt;In 1985, at the International Meetings in Geneva on a «Europe for Today», Edgar Morin was saying that «the drama of Europe and what makes its future so problematic is the fact that historically Europe has no past».&lt;br /&gt;So I will revisit in the past what could constitute a lever of the future; from Fernando Pessoa and other inspirations: Camões, Vieira, António Sérgio, Manuel Antunes, Fernando Gil, Ortega y Gasset, Oliveira Martins, Eduardo Lourenço – even Adorno, Habermas, Kraus, Marcuse..., and George Steiner and those that at the time of the Jewish exile, moved to all corners of Europe. And which Europe? The real continent or the imaginary one with multiple identities? The one of Socrates and philosophy? The Greek Europe or the Roman Europe? The Slavic? The Iberian? The positive Europe or the one of Critical Theory? The Economist's or the Thinker's? That of Shakespeare, Baudelaire, Rousseau, Marx, Freud, Marcuse, or of the nameless masses? The Europe of the motherland, Charles de Gaulle’s «Europe from the Atlantic to the Urals»? The one, which had Auschwitz, Bosnia and sorrow? The Islamic Europe, or Jewish, Christian, Agnostic, Atheist, multi-cultural, or the disoriented Europe, the Europe of lost ways, of unemployment, of corruption and intolerance? How to prove “An idea of Europe as an elite ideal for Portugal", just as in the past I thought I would find it in some of my beloved thinkers?&lt;br /&gt;The god Europe, daughter of Agenor, King of Phoenicia, is old but single - and wants a new sense of being, indeed life expectancy is greater these days and she has worked too long, she needs the simple privilege of dignity. Indeed Europe is more than just an old “lady”, she is a cultured lady, and culture “more than wisdom and eloquence, signifies courtesy and respect”.&lt;br /&gt;The quality of history identifies paradigms and examples – and historiography concerns the creation of a collective memory, which translates into a complex diversity, confined to transience, to feasibility and to its own ability to remember. From the archives, I take the words of Churchill, spoken at the heart of the new structure, which brought us to where we are. We must declare the aim and design of a united Europe, whose moral conceptions will win the respect and gratitude of mankind and whose physical strength will be such that none will dare molest her tranquil sway (…) I hope to see a Europe where men and women of every country will think of being European as belonging to their native land and wherever they go throughout this wide domain they can truly feel: “Here, I am at home". Without wanting to correct Churchill, I would first say that I expect to see a Europe where men and women will think of being European as being human beings and that they should ecologically internalise the planet as a – the only – common home.&lt;br /&gt;Will this idea of a European home, produced by Churchill, be very far removed from Pessoa's home of the spirit? Do they not both seek the same progress for civilisation and the widening of humanity’s conscience?&lt;br /&gt;Time to bring in António Sérgio:&lt;br /&gt;“I don’t know if nostalgia will free us from this logic of history: I hope not. It is clear that between us we do not have a traditional work ethic, an education, or as they say, we live and breathe an atmosphere of parasitic inertia; it is this element which we get from abroad: the methods, the techniques, the education for economic performance”.&lt;br /&gt;Perhaps today this Aristotelian concept – Economy – that comes from the ideas of khrema and acts – the ceaseless pursuit of output and the monopolisation of wealth for pleasure is becoming an overwhelming reality! Economic practise consists of putting the desire to maximise financial profitability (accumulation of cash) ahead of everything else, if necessary to the detriment of human beings and the environment. The nature of economic practise leads to many harmful strategies, like financial speculation, socio-environmental degradation etc, without concern for the consequences.&lt;br /&gt;The European Idea must highlight, precisely that it is concerned with the consequences – and that it is identifying the causes. It must be stabilised from the secure platform of the Justice system, in order to leave the adversities and head for a new happiness, which awaits in the common home of nations, in the land of converging race. A future, as if we were all together on the same promenade on a sunny afternoon.&lt;br /&gt;Or…&lt;br /&gt;“Europe is made of cafes, - of coffee shops. These stretch from Pessoa’s coffee shop in Lisbon, to the cafes of Odessa, frequented by Isaac Babel’s gangsters. They range from the cafes of Copenhagen, where Kierkegaard stopped on his concentrated walks, to the counters of Palermo (…). Draw a map of the coffee shops and you will have one of the essential indicators of the ‘Idea of Europe’". This is what George Steiner wrote in The Idea of Europe, a book that takes the text - and title - of a lecture, which the writer gave at Amsterdam's Nexus Institute. The words bring back the memory of student afternoons on promenades of life. But with the crisis, the European Idea became a dark shadow, lingering over empty promenades, without food, drink, thought...&lt;br /&gt;As Rob Riemen, president of the Nexux Institute said, everything centres "on the issue of knowing if Europe continues to be a good idea or not and what really is the importance and political relevance of the European ideal of civilisation". Fernando Gil would argue: «The most important and interesting controversies are generally those which are difficult to resolve and above all, those in which – even before differences about the best solution – the subjects are not the same for all concerned»&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;[7]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;The former Portuguese president Mário Soares, in an interview to the newspaper El País, in March 2009, said that without a European integration conducted in a serious fashion (…) the European Union would tend towards disintegration. So Mário Soares stressed that re-establishing the confidence of the population «is essential» for recovery from the crisis and warned that this will not be possible «if those in high places responsible for the errors and for the frauds continue unpunished and if the politicians don’t change their ideas and behaviours».&lt;br /&gt;Reason is forced upon me. There is only explanation in History: the moment in the past. Inasmuch as the present moment is so brief that it precludes criticism - and the future is an investment, which we can never completely guarantee. Only António Vieira – among many cited here – spoke of miracle and prophecy. He did it however, accepting a legitimate desire, capable of contradicting fatalism and decadence. I believe that it is in the past and the present that we will find the solutions to the new challenges. “From the historical Makeup of “The Idea of Europe” to the constructivist voluntarism of the&lt;br /&gt;“European Idea”, the road has been full of obstacles…&lt;br /&gt;The historians have an extremely important civic task, which is to fight for the memory of memories.&lt;br /&gt;In a word, this is the observation. “I don’t know what tomorrow will bring” – but it is today that life calls upon us. I am going home, staying at home. It is the secret of being European.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Translation: “I have the duty of closing myself at home in my mind and work as much as I can and in everything I can for the progress of civilization and awareness broadening of humanity”&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; FRANCO, José Eduardo e RITA, Annabela, O mito do Marquês de Pombal: A mitificação do Primeiro-Ministro de D. José I pela Maçonaria, Lisbon, Prefácio Editora, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; ABREU, Luís Machado de, e FRANCO, José Eduardo, Padre Manuel Antunes, S.J. 1918-1985,Um mestre do pensamento português e europeu, Porto, Estratégias Criativas, , 2008&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; LOURENÇO, Eduardo, Portugal como Destino, seguido de Mitologia da Saudade, Lisbon, Gradiva, 1999&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; FRANCO, José Eduardo, O mito e o espelho:A ideia de Europa em Eduardo Lourenço, pdf version available in the Internet at&lt;br /&gt;ww.eduardolourenco.com/6_oradores/oradores_PDF/Jose_Eduardo_Franco.pdf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; MARTINS, Guilherme d’Oliveira, Portugal: Identidade e Diferença, Lisbon, Gradiva, 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; in Mimesis e Negação&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-5991458459934332862?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/5991458459934332862/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/05/comunicacao-ao-congresso-ideias-depara.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/5991458459934332862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/5991458459934332862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/05/comunicacao-ao-congresso-ideias-depara.html' title='Comunicação ao Congresso Ideias de/para a Europa'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-1135861147600814537</id><published>2009-04-21T02:57:00.000-07:00</published><updated>2009-04-21T03:00:26.310-07:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>BELMONT, Wadsworth, &lt;em&gt;Elites and Masses. An Introduction to Political Sociology,&lt;/em&gt; Meisel, 1987&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-1135861147600814537?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/1135861147600814537/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/04/livro-do-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/1135861147600814537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/1135861147600814537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/04/livro-do-dia.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-2449855968023134150</id><published>2009-03-16T13:09:00.001-07:00</published><updated>2009-03-16T13:09:41.111-07:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>CRUZ, Manuel Braga,  Instituições Políticas e Processos Sociais, Bertrand Editora, Lisboa 1995.&lt;br /&gt;V. cap.  III - Processos Sociais e Políticos em Portugal, As Élites Políticas Juvenis, p. 369 e sgs.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-2449855968023134150?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/2449855968023134150/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/03/livro-do-dia_16.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/2449855968023134150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/2449855968023134150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/03/livro-do-dia_16.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-3991379268479247223</id><published>2009-03-09T05:31:00.001-07:00</published><updated>2009-03-09T05:31:48.609-07:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>MILLS, C. Wright, &lt;em&gt;The New Men of Power. America’s Labor Leaders&lt;/em&gt;, Nova York, Harcourt, Brace &amp;amp; Co., 1948&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-3991379268479247223?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/3991379268479247223/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/03/livro-do-dia_09.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/3991379268479247223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/3991379268479247223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/03/livro-do-dia_09.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-7454221485127636035</id><published>2009-03-09T05:26:00.000-07:00</published><updated>2009-03-09T05:28:31.357-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divulgação'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SbULYCs0KAI/AAAAAAAAABM/1WRp7n7F3z0/s1600-h/esquina2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5311163843222972418" style="DISPLAY: block; 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Les Elites Socialistes au Pouvoir&lt;/em&gt;, Paris, Presses Universitaires de France, 1985&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-7676156759351208809?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/7676156759351208809/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/03/livro-do-dia_04.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/7676156759351208809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/7676156759351208809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/03/livro-do-dia_04.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-7442523193277247090</id><published>2009-03-02T03:49:00.000-08:00</published><updated>2009-03-02T03:55:37.600-08:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>PUTNAM, Robert D., &lt;em&gt;The Beliefs of Politicians&lt;/em&gt;, New Haven, Yale University Press, 1973&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-7442523193277247090?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/7442523193277247090/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/03/livro-do-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/7442523193277247090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/7442523193277247090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/03/livro-do-dia.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-6833582946745551365</id><published>2009-03-01T04:14:00.000-08:00</published><updated>2009-03-01T04:15:56.080-08:00</updated><title type='text'>Licenciatura em Ciências da Cultura na ESAD</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/Sap8a9I6hmI/AAAAAAAAAA8/5l3gziZ3vnY/s1600-h/L.C.C.1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308191913339946594" style="DISPLAY: block; 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MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 263px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SamppeJawdI/AAAAAAAAAA0/DH551d4Vtd4/s400/Europa.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WEDNESDAY, 6 MAY&lt;br /&gt;08.45 Official Opening (Lecture Theatre N112)&lt;br /&gt;09.30 Opening Lecture (Lecture Theatre N112)&lt;br /&gt;10.30 Coffee Break&lt;br /&gt;11.00 1st Plenary Session (Lecture Theatre N112)&lt;br /&gt;CONCEPTS OF EUROPE: HISTORICAL APPROACH&lt;br /&gt;European Identity – A Generative Approach&lt;br /&gt;Andre Marga (Babes-Bolyai University, Romania)&lt;br /&gt;Europe – Cartographical Concepts in the Middle Ages&lt;br /&gt;Ingrid Baumgärtner (University of Kassel, Germany)&lt;br /&gt;European Consciousness in the Early Modern Central and Eastern Europe&lt;br /&gt;Janusz Tazbir (Polish Academy of Science, Poland)&lt;br /&gt;Towards a New History of Modern Europe&lt;br /&gt;Jean-Frédéric Schaub (École des Hautes Études en Sciences Sociales, France)&lt;br /&gt;13.00 Lunch&lt;br /&gt;14.30 2nd Plenary Session (Lecture Theatre N112)&lt;br /&gt;EUROPEAN CULTURE: HISTORY AND MEMORY&lt;br /&gt;International Conferences and the Formation of a European Political Culture&lt;br /&gt;Günther Lottes (University of Potsdam, Germany)&lt;br /&gt;Enlightenment’s Wake and the Birth of Europe – The Condemnation to Modernity as the Only Exit for an Identity&lt;br /&gt;Onésimo T. Almeida (Brown University, USA)&lt;br /&gt;La masonería española y europea en la búsqueda de la paz y en la creación de la Sociedad de Naciones tras la 1ª Guerra Mundial&lt;br /&gt;José Ferrer Benimeli (University of Zaragoza, Spain)&lt;br /&gt;Europe and the Mediterranean Today – Geography and Geopolitics&lt;br /&gt;Bodo Freund (Humboldt University of Berlin, Germany)&lt;br /&gt;16.30 Coffee Break&lt;br /&gt;16.45 Parallel Sessions&lt;br /&gt;Session A (Conference Room N#)&lt;br /&gt;IDEAS OF EUROPE IN THE ANCIENT WORLD&lt;br /&gt;Europe and the Other: Roots of a European Identity in Greco-Roman Antiquity&lt;br /&gt;Andreas Hartmann (Catholic University Eichstätt-Ingolstadt - Germany)&lt;br /&gt;The Classic European Foundations: From the Greek Polis to the Roman Empire&lt;br /&gt;António Moniz (New University of Lisbon, Portugal)&lt;br /&gt;The West and the East in Herodotus’ Perception of His World&lt;br /&gt;Ana Filipa Silva / Cristiana Lucas (CLEPUL, Portugal)&lt;br /&gt;Strabo’s Geographika in the Rome of Augustus&lt;br /&gt;Paula Carreira / Susana Alves (CLEPUL, Portugal)&lt;br /&gt;The Era of Sparta?&lt;br /&gt;João Carreteiro (CLEPUL, Portugal)&lt;br /&gt;Session B (Conference Room N#)&lt;br /&gt;IDEAS OF EUROPE WITHIN NATIONAL CULTURES&lt;br /&gt;Europeanism as a Strategy of Preserving National Cultures&lt;br /&gt;Tadeusz Miczka (University of Silesia, Poland)&lt;br /&gt;Spain in the Building of European History and Identity: Past and Future&lt;br /&gt;Ignacio Pulido Serrano (University of Alcalá de Henares, Spain)&lt;br /&gt;European Union and Turkey&lt;br /&gt;Eduard A. Bulut (Nurol Holding &amp;amp; Cengiz Holding Joint Venture, Turkey)&lt;br /&gt;The Idea of Europe in Galician National Literature&lt;br /&gt;Carme Fernández Pérez-Sanjulián (University of A Coruña, Spain)&lt;br /&gt;Concepts of Europe in the 19th Century Slovak Missionists and Messianists: Stur, Hrobon, Hodza&lt;br /&gt;Joanna Goszczynska (University of Warsaw, Poland)&lt;br /&gt;Session C (Conference Room N#)&lt;br /&gt;LEGAL AND POLITICAL ASPECTS OF EUROPE&lt;br /&gt;Euroscepticism in Europe&lt;br /&gt;Florian Hartleb (Chemnitz University of Technology, Germany)&lt;br /&gt;The Prospect of a Political Europe: A Matter of Political Regime or a Matter of System of Government?&lt;br /&gt;Carlos Leone (Brown University, USA)&lt;br /&gt;The Principle of a Social Welfare State for the European Health Market – Legal-Economic Considerations on Healthcare-Related Order Placed by the EU&lt;br /&gt;Wilfried Janoska (University of Health Sciences, Medical Informatics and Technology, Austria)&lt;br /&gt;The Principle of Transparency and European Identity&lt;br /&gt;Renato Gonçalves (University of Lisbon, Portugal)&lt;br /&gt;EU’s Restructuring – Assignment of a New Course and a New Meaning to European Integration&lt;br /&gt;Grigore Silasi / Teodora Dogaru (West University of Timisoara, Romania)&lt;br /&gt;Session D (Conference Room N#)&lt;br /&gt;A COLLECTIVE MEMORY FOR EUROPE – I&lt;br /&gt;Europe and a Memory out of Stone&lt;br /&gt;Claudia Isep / Claudia Küttel (Alpen-Adria University Klagenfurt, Austria)&lt;br /&gt;European Identity in Current Spanish Life: An Analysis of Various Examples of Holocaust Memory and Representation in Contemporary Spain&lt;br /&gt;Luisa Juárez Hervás (University of Alcalá de Henares, Spain)&lt;br /&gt;Today’s Europe and Its Origins in the Versailles Order&lt;br /&gt;Christian Blasberg (Luiss Guido Carli University, Italy)&lt;br /&gt;One World, Two Philosophical Traditions: A Comparison of Maritain’s and Kojeve’s Arguments for World Unification and European Integration&lt;br /&gt;James Fetter (University of Notre Dame, USA)&lt;br /&gt;Memories of Mittelbau-Dora. A Contribution to the ‘Have-dones’ and ‘To-dos’ in European Cultural Memory&lt;br /&gt;Bruno Arich-Gerz (Darmstadt University of Technology, Germany)&lt;br /&gt;Session E (Conference Room N#)&lt;br /&gt;QUESTIONING THE EUROPEAN IDENTITY – I&lt;br /&gt;Post-Modern Requirements of Identity for Europe&lt;br /&gt;Matúš Halás (Charles University, Czech Republic)&lt;br /&gt;‘Old Europe’ – Career, Misunderstandings and Potentials of a Concept&lt;br /&gt;Hiram Kümper (University of Vechta, Germany)&lt;br /&gt;From Exclusion to Hospitality; from Transgression to Cultural Difference; the European Pendulum&lt;br /&gt;Nadja Stamselberg (Goldsmiths University of London, UK)&lt;br /&gt;Abduction of Europe: A Matter in Change&lt;br /&gt;Olga Rusinova (European University at St. Petersburg, Russia)&lt;br /&gt;From Europe towards the Universalism of the Fifth Empire in the Work by Fernando Pessoa&lt;br /&gt;Paulo Borges (University of Lisbon, Portugal)&lt;br /&gt;19:00: Social Programme&lt;br /&gt;CULTURAL EVENING AT THE UNIVERSITY’S CULTURE CLUB&lt;br /&gt;THURSDAY, 7 MAY&lt;br /&gt;08.45 3rd Plenary Session (Lecture Theatre N112)&lt;br /&gt;THINKING EUROPE / FEELING EUROPE&lt;br /&gt;An Education for Europe?&lt;br /&gt;António Nóvoa (University of Lisbon, Portugal)&lt;br /&gt;Crisis, Economic Growth and Democracy. Europe at a Crossroad?&lt;br /&gt;Bernhard Taureck (University of Braunschweig, Germany)&lt;br /&gt;A Return to the Future: How will Europe be able to overcome its Present Crisis?&lt;br /&gt;Frieder O. Wolf (Freie Universität Berlin, Germany)&lt;br /&gt;A Culture for Europe?&lt;br /&gt;Guilherme d’Oliveira Martins (Centro Nacional de Cultura, Portugal)&lt;br /&gt;10.45 Coffee Break&lt;br /&gt;11.00 Parallel Sessions&lt;br /&gt;Session F (Conference Room N#)&lt;br /&gt;LITERARY CONCEPTS OF EUROPE – I&lt;br /&gt;Discovering and Self-Discovering. European Literature and European Consciousness in the Early Modern Times&lt;br /&gt;Peter Hanenberg (Catholic University, Portugal)&lt;br /&gt;The Idea of Europe in the Period of Romanticism&lt;br /&gt;Jacek Lyszczyna (University of Silesia, Poland)&lt;br /&gt;The European Idea in Russian National Literature: Contexts and Discussions&lt;br /&gt;Maria Kistereva / Mikhail Kabitskiy (Moscow Lomonosov State University, Russia)&lt;br /&gt;‘SOS Europa’ – Cultural Pessimism in Essays on Early 20th Century Europe&lt;br /&gt;Verena Gutsche (Catholic University of Eichstätt-Ingolstadt, Germany)&lt;br /&gt;Session G (Conference Room N#)&lt;br /&gt;IDEAS OF EUROPE IN MEDIEVAL AND MODERN EUROPE&lt;br /&gt;Medieval Europe – Object and Ideology&lt;br /&gt;Klaus Oschema (Heidelberg University, Germany)&lt;br /&gt;Mutual Wisdom. The Perception of the European Self in the Oriental Mirror as Found in the Provençal Version of the Novel Barlaam et Josaphat&lt;br /&gt;Imre G. Majorossy (Pázmány Péter Catholic University, Hungary)&lt;br /&gt;Denomination Process and Proto-Nationalism in Spanish Monarchy – Study Through Military Orders (‘Venerable Orden Tercera de San Francisco’) and University of Alcala (1520-1680)&lt;br /&gt;José Ignacio Ruiz Rodríguez / Pierluigi Nocella (University of Alcalá de Henares, Spain)&lt;br /&gt;Being the Face of Europe or Bringing up the Rear: Portugal and Europe from the 16th to 18th Century&lt;br /&gt;José Eduardo Franco / Teresa Pinheiro (University of Lisbon, Portugal / Chemnitz University of Technology, Germany)&lt;br /&gt;Session H (Conference Room N#)&lt;br /&gt;DREAMING OF ENLIGHTENED EUROPE&lt;br /&gt;Shadows, Relics, Mechanical Toys: Karamzin’s View of Enlightened Europe as the Grand Bizarre&lt;br /&gt;Sonja Koroliov (University of Halle/Wittenberg, Germany)&lt;br /&gt;‘Barbarians in the Archive?’ Constructions of the Other and the Self in the Encyclopédie of Diderot and d’Alembert&lt;br /&gt;Karen Struve (University of Bremen, Germany)&lt;br /&gt;Montesquieu and the Problem of Forming a European Spirit&lt;br /&gt;Joshua Bandoch (University of Notre Dame, USA)&lt;br /&gt;Wieland’s Idea of Europe&lt;br /&gt;Dominic Eggel (The Graduate Institute of International and Development Studies, Switzerland)&lt;br /&gt;Session I (Conference Room N#)&lt;br /&gt;EUROPE OF REGIONS&lt;br /&gt;Province on a Hill: South Tyrol as a Microcosm of European Federalism&lt;br /&gt;Phillip Alday (Philipps-Universität Marburg, Germany)&lt;br /&gt;Ideas of Europe in Madeira’s Culture&lt;br /&gt;Tierry Proença (Madeira University, Portugal)&lt;br /&gt;The Route of Santiago – The First European Cultural Route and the Pilgrimage of Mythical Women in Medieval Europe (St Elisabeth of Portugal and St Bridgid of Sweden)&lt;br /&gt;Isabel Morán Cabanas (University of Santiago de Compostela, Spain)&lt;br /&gt;Santiago de Compostela: A Gateway for European Culture and Poetry&lt;br /&gt;Yara F. Vieira (Campinas State University, Brazil)&lt;br /&gt;Session J (Conference Room N#)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;EUROPEAN ELITE(S)&lt;br /&gt;Les États-Unis d’Europe and Le Lien des Peuples. Ideas of/for Europe in the Fraternity of Freemasons, c. 1850-1930&lt;br /&gt;Joachim Berger (Institute of European History, Germany)&lt;br /&gt;Hubs of European Modernism (1890-1960)&lt;br /&gt;Cecilia Hansson (Malmö University, Sweden)&lt;br /&gt;An Idea of Europe as an Elitist Ideal of Portugal&lt;br /&gt;Alexandre Honrado (IECC-PMA, Portugal)&lt;br /&gt;Intellectual Elite and the European Idea in Post-Communist Romania&lt;br /&gt;Ioan Horga / Cristina Dogot (University of Oradea, Romania)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;13.00 Lunch&lt;br /&gt;14.30 4th Plenary Session (Lecture Theatre N112)&lt;br /&gt;LITERARY EUROPE&lt;br /&gt;The Vision of Europe in Polish Literature Against a Background of Other Slavic Literatures and Its Consequences for the Future of the European Union&lt;br /&gt;Halina Janaszek-Ivaničková (Commission for Comparative Studies of Slavic Literatures at the International Committee of Slavists, Poland)&lt;br /&gt;Concepts of Europe in the Portuguese Literature of Romanticism – The European Perspective of Almeida Garrett&lt;br /&gt;Annabela Rita (University of Lisbon, Portugal)&lt;br /&gt;Religion and Freedom, Civilisation and Justice – Some Elements of the Image of Europe from Novalis and Chauteaubriand to Garrett and Hugo&lt;br /&gt;Helmut Siepmann (RWTH Aachen University, Germany)&lt;br /&gt;Balkan Cultures Between Enlightenment and the Beginning of 20th Century&lt;br /&gt;Milan Gjurcinov (International Committee of Slavists, Macedonia)&lt;br /&gt;16.30 Coffee Break&lt;br /&gt;16.45 Parallel Sessions&lt;br /&gt;Session K (Conference Room N#)&lt;br /&gt;LITERARY CONCEPTS OF EUROPE – II&lt;br /&gt;Europe Between Myth and Continental Allegory. Georg Kaiser’s Play ‘Europe’&lt;br /&gt;Almut Renger (Freie Universität Berlin - Germany)&lt;br /&gt;Europe as Other in Contemporary Balkan Literatures&lt;br /&gt;Anastasija Gjurcinova (University Ss. Cyril and Methodius of Skopje, Macedonia)&lt;br /&gt;The New Face of Europe – Images of a Post-Colonial Continent&lt;br /&gt;Micaela Ramon (University of Minho, Portugal)&lt;br /&gt;Is the Time Night? Visions of a ‘New Europe’ through the Writings of Liudmila Petrushevskaia and Carmen Martin Gaite&lt;br /&gt;Margaret Tejerizo (University of Glasgow, Great Britain)&lt;br /&gt;Session L (Conference Room N#)&lt;br /&gt;A COLLECTIVE MEMORY FOR EUROPE – II&lt;br /&gt;Oskar Schindler and Raoul Wallenberg – National, European and American Heroes in the Post-War Age of the Holocaust&lt;br /&gt;Ulf Zander (Lund University, Sweden)&lt;br /&gt;The Holocaust in European History Culture&lt;br /&gt;Karl-Göran Karlsson (Lund University, Sweden)&lt;br /&gt;Coming to Terms with Histories: Communism and Nazism in Trans-Boundary Historical Culture&lt;br /&gt;Kristian Gerner (Lund University, Sweden)&lt;br /&gt;Session M (Conference Room N#)&lt;br /&gt;QUESTIONING THE EUROPEAN IDENTITY – II&lt;br /&gt;The Ambiguity of the ‘Other Europe’: From a ‘Europe behind the Iron Curtain’ to ‘a Europe without the Iron Curtain’&lt;br /&gt;Friederike Kind-Kovács (Zentrum für Zeithistorische Forschung, Germany)&lt;br /&gt;Ideas of Europe in the Works by Pope Benedict XVI and George Steiner&lt;br /&gt;Miguel Real (CLEPUL, Portugal)&lt;br /&gt;Cultural Identity / Identities for Europe: Does It Serve for Anything?&lt;br /&gt;Maria Manuel Baptista (University of Aveiro, Portugal)&lt;br /&gt;Transculturality – A European Concept?&lt;br /&gt;Ulrike Brummert (Chemnitz University of Technology, Germany)&lt;br /&gt;An Unfinished Adventure Called ‘Europe’. Bauman, Kertész and Žižek on Europe’s Identity and Future&lt;br /&gt;Mare Van Den Eeden (Central European University, Hungary)&lt;br /&gt;Session N (Conference Room N#)&lt;br /&gt;ENCOUNTERS WITH EUROPE AS SEEN BY THE OTHER – I&lt;br /&gt;Lusophone Africa and Europe: An Historical and Cultural Heritage&lt;br /&gt;Muanamosi Matumona (Universidade Agostinho Neto, Angola)&lt;br /&gt;Wartime Europe as Seen by Others – Indian and African Soldiers in Europe in WW1&lt;br /&gt;Christian Koller (Bangor University, UK)&lt;br /&gt;European Myth in African Literature: Les Soleils des Independances by Ahmadou Kourouma and Things Fall Apart by Chinua Achebe&lt;br /&gt;Paul Angoli (University of Cocody, Abidjan, Ivory Coast)&lt;br /&gt;Ideas of Europe in Post-Colonial African Lusophone Literature&lt;br /&gt;Fernanda Santos (CLEPUL, Portugal)&lt;br /&gt;Session O (Conference Room N#)&lt;br /&gt;IDEAS OF/FOR COMMON EUROPE&lt;br /&gt;Back to the Roots – Emotionalising Europe&lt;br /&gt;Martin Gerner (Lund University, Sweden)&lt;br /&gt;Recent Developments Concerning the Free Movement of Workers in Europe: The Principle of Non-Discrimination on Grounds of Nationality&lt;br /&gt;Daniela Rocha Brandão (University of Santiago de Compostela, Spain)&lt;br /&gt;On Intergenerational Mobility in Europe&lt;br /&gt;Ana Prokopyshyn / Paulo Delgado (CompaRes, Portugal)&lt;br /&gt;Towards a More Inclusive European Immigration Policy&lt;br /&gt;Alexej Ulbricht (Goldsmiths University of London, Great Britain)&lt;br /&gt;How to Deal with European Integration: Writing nsd 68, New Evidence Reveals Internal Discords in the Nixon White House&lt;br /&gt;Dimitri Grygowski (University of Cergy-Pontoise, France)&lt;br /&gt;FRIDAY, 8 MAY&lt;br /&gt;08.45 5th Plenary Session (Lecture Theatre N112)&lt;br /&gt;EUROPE AND ITS FUTURE PROSPECTS&lt;br /&gt;Towards a Mythology of Europe&lt;br /&gt;Eduardo Lourenço (University of Nice, France)&lt;br /&gt;Education, Interculturalism, and the New Europe&lt;br /&gt;Steven T. Zepetnek (National Sun Yat-sen University / University of Halle, Wittenberg, Germany)&lt;br /&gt;The Missing Word in the Idea of Europe&lt;br /&gt;Luís M. de Abreu (Universidade de Aveiro, Portugal)&lt;br /&gt;Sentimental Europe&lt;br /&gt;Pedro B. Homem (University of Lisbon, Portugal)&lt;br /&gt;10.45 Coffee Break&lt;br /&gt;11.00 Parallel Sessions&lt;br /&gt;Session P (Conference Room N#)&lt;br /&gt;BETWEEN NATIONAL AND EUROPEAN IDENTITY – 20TH CENTURY ATTEMPTS&lt;br /&gt;Ideas of Western Europe in Political Discussions of the Late Russian Empire (1904-1914)&lt;br /&gt;Benjamin Beuerle (Humboldt University Berlin, Germany)&lt;br /&gt;Foundations of the Post-WW II European Order: The Europe Plans of the German, Italian, Dutch, French and Polish Resistance Against Hitler, 1940-1945&lt;br /&gt;Ulrich Frisse (University of Western Ontario, Canada)&lt;br /&gt;The ‘New Europe’ in the Discourse of Quisling and In-Exile Governments: The Greek Case, 1941–1944&lt;br /&gt;Alexandra Patrikiou (Panteion University of Athens, Greece)&lt;br /&gt;Visions of Europe and Revolution in the Intersecting Activist and Resistance Trajectories of Harro Schulze-Boysen and Alexandre Marc&lt;br /&gt;Christian Roy (Université de Sherbrooke, Canada)&lt;br /&gt;Session Q (Conference Room N#)&lt;br /&gt;EUROPE AS SEEN BY THE OTHER - II&lt;br /&gt;Seeing Oneself through Other Eyes? Anthropology and Non-European Civilizations from the Age of Discoveries to the 18th Century&lt;br /&gt;Franz Obermeier (Kiel University, Germany)&lt;br /&gt;A Far Distant Glance at Europe: Critical Perspectives from Africa, India and China&lt;br /&gt;Vittorio Cotesta (Roma Tre University, Italy)&lt;br /&gt;A Global Power’s View on a Regional Actor: Henry Kissinger’s Year of Europe&lt;br /&gt;Judith Michel (University of Bonn, Germany)&lt;br /&gt;Session R (Conference Room N#)&lt;br /&gt;EUROPE: INTEGRITY AND DIVERSITY&lt;br /&gt;Europe: Unity and Multitude: ‘Kronika wszystkiego świata’ by M. Bielski as a Great Vision of Old Continent&lt;br /&gt;Ewa Cybulska-Bohuszewicz / Paweł Bohuszewicz (Polish Academy of Science, Poland)&lt;br /&gt;Ideas of Europe Between Sarmatism and Sebastianism. A Comparative Perspective&lt;br /&gt;Beata Cieszynska (CLEPUL, CompaRes, Portugal / Kazimierz Wielki University, Poland)&lt;br /&gt;Archaeology and Political Agendas: The Making of Nationalism in Portugal (19th-20th Centuries)&lt;br /&gt;Ana Cristina Martins (Tropical Research Institute, Portugal)&lt;br /&gt;Session S (Conference Room N#)&lt;br /&gt;EUROPE AND THE HUMAN UNIVERSE&lt;br /&gt;Globalization as Europeanization&lt;br /&gt;Peeter Müürsepp (International University Audentes, Estonia)&lt;br /&gt;Europe in the World: Playing Chess Games or Something Else?&lt;br /&gt;Noémia Simões (High Institute of Engineering, Portugal)&lt;br /&gt;The Concept of Europe – and Beyond&lt;br /&gt;Dieter Köhler (Universität Karlsruhe, Germany)&lt;br /&gt;Session T (Conference Room N#)&lt;br /&gt;EUROPE IN EDUCATION&lt;br /&gt;Why and How Should European Literature Be Taught in Europe? Some Ideas and a Modest Proposal&lt;br /&gt;Jesús García Gabaldón (Complutense University of Madrid, Spain)&lt;br /&gt;The Future of European Languages in the Face of the Dominance of English. The role of Portuguese and Bulgarian in the European and International Co-operation Politics&lt;br /&gt;Boyka G. Nédeva (St Cyril and St Methodius University of Veliko Tarnovo, Bulgaria)&lt;br /&gt;13.00 Lunch&lt;br /&gt;14.00 6th Plenary Session (Lecture Theatre N112)&lt;br /&gt;POLITICS, IDENTITIES AND INTERNATIONAL RELATIONS&lt;br /&gt;The Nexus of European Integration and the Metamorphosis of International Relations: Contemporary Dilemma&lt;br /&gt;Luís Lobo-Fernandes (University of Minho, Portugal)&lt;br /&gt;Who Are We, Europeans? How Can Europeans Learn with Americans about Their Own Political Identity&lt;br /&gt;Viriato Soromenho-Marques (University of Lisbon, Portugal)&lt;br /&gt;What Does Europe Means Now?&lt;br /&gt;Erhard Busek (Institute for the Danube Region and Central Europe, Austria)&lt;br /&gt;15.30 Special Session (Aula Magna, N115)&lt;br /&gt;CONFERMENT OF AN HONORARY DEGREE&lt;br /&gt;Award of the degree of Doctor Honoris Causa to the President of the European Commission, Mr José Manuel Barroso&lt;br /&gt;Mr Barroso will address the assembly&lt;br /&gt;18.00 Social Programme&lt;br /&gt;ALTERNATIVE I: EUROPEAN CUP AT THE UNIVERSITY’S FOOTBALL PITCH&lt;br /&gt;ALTERNATIVE II: GUIDED TOUR OF CHEMNITZ "20 YEARS AFTER THE PEACEFUL REVOLUTION"&lt;br /&gt;20.00 Congress Dinner&lt;br /&gt;SATURDAY, 9 MAY&lt;br /&gt;08.45 7th Plenary Session (Lecture Theatre N112)&lt;br /&gt;EUROPE AS SEEN BY THE OTHER&lt;br /&gt;(Chair: António Nóvoa)&lt;br /&gt;Europe as Seen From Africa&lt;br /&gt;János Riesz (University of Bayreuth, Germany)&lt;br /&gt;Faked Europes in Brazil during the XIXth and XXth Century&lt;br /&gt;Mary Del Priore (University Salgado de Oliveira, Brazil)&lt;br /&gt;The Image of Europe in 19th and 20th Century’s Brazil&lt;br /&gt;Valmir Muraro (Federal University of Santa Catarina, Brazil)&lt;br /&gt;10.15 8th Plenary Session (Lecture Theatre N112)&lt;br /&gt;EUROPE IN TRAVEL LITERATURE&lt;br /&gt;(Chair: Mary Del Priore)&lt;br /&gt;Travel Literature as a Source of Transformations in Europe&lt;br /&gt;Fernando Cristóvão (Lisbon Science Academy, Portugal)&lt;br /&gt;Europe Seen from far: on Some Topics and Issues in the Accounts of Travellers from Other Parts of the World&lt;br /&gt;Michael Harbsmeier (Roskilde University, Denmark)&lt;br /&gt;11.15 Coffee Break&lt;br /&gt;11.30 Closing Lecture (Lecture Theatre N112)&lt;br /&gt;Making the Planet Hospitable to Europe&lt;br /&gt;Zygmunt Bauman (University of Leeds, UK)&lt;br /&gt;12.30 Closing Session (Lecture Theatre N112) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-2677646127350614606?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/2677646127350614606/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/programme.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/2677646127350614606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/2677646127350614606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/programme.html' title='PROGRAMME'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SamppeJawdI/AAAAAAAAAA0/DH551d4Vtd4/s72-c/Europa.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-8458494545480919782</id><published>2009-02-28T09:02:00.000-08:00</published><updated>2009-02-28T09:07:33.196-08:00</updated><title type='text'>Revista do Dia</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SalvSR0h5gI/AAAAAAAAAAs/dHHLiv0cGH4/s1600-h/12350368332_gd14_258.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307895995644896770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 183px; CURSOR: hand; HEIGHT: 258px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SalvSR0h5gI/AAAAAAAAAAs/dHHLiv0cGH4/s400/12350368332_gd14_258.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Les Grands Dossiers des Sciences Humaines&lt;/strong&gt;, Grands Dossiers N° 14 mars-avril-mai 2009 Idéologies, le retour de flamme&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;La nouvelle vie des idéologies&lt;br /&gt;Xavier de la Vega&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leur fin a été annoncée régulièrement depuis les années 1960. La chute du mur de Berlin signifiait, entendait-on, leur mort définitive. Les idéologies apparaissent pourtant plus vivantes que jamais. Dans l’actualité politique, en premier lieu, le terme fait un retour remarqué. Sur le mode péjoratif souvent : tel mouvement serait « englué » dans une idéologie obsolète. Mais sur un mode positif aussi : la revendication d’une « refondation idéologique », d’un retour à la bataille des idées. Quant aux sciences humaines, qu’elles la définissent comme un prisme plus ou moins déformant de la réalité, ou bien comme un récit porteur de sens, elles appréhendent les idéologies comme une donnée de base de la vie sociale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ce numéro propose une petite histoire des idéologies politiques contemporaines. Les historiens savent bien que l’on explore toujours le passé à partir des préoccupations du présent, que si l’on retourne en arrière, c’est pour mieux donner sens au contemporain. Ce parti pris n’est pas sans incidence. Dans le présent numéro, il a impliqué de mettre de côté certains pans de l’histoire des idéologies (le fascisme par exemple), pour mieux explorer ceux dont l’héritage est le plus vif aujourd’hui. Il a conduit également à toujours prendre pour point de départ les manifestations actuelles d’idéologies politiques aussi anciennes que le libéralisme, le socialisme, le conservatisme ou le nationalisme, ou bien plus récentes comme l’environnementalisme, pour en retracer ensuite la généalogie. Que cette mise en perspective puisse servir à interroger les lunettes avec lesquelles, que nous le voulions ou non, nous continuons à appréhender le réel.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-8458494545480919782?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/8458494545480919782/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/revista-do-dia_28.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/8458494545480919782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/8458494545480919782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/revista-do-dia_28.html' title='Revista do Dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SalvSR0h5gI/AAAAAAAAAAs/dHHLiv0cGH4/s72-c/12350368332_gd14_258.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-3447301606768763834</id><published>2009-02-28T08:54:00.000-08:00</published><updated>2009-02-28T08:59:04.101-08:00</updated><title type='text'>Para estudar e reflectir</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Fonte: e Monde Diplomatique, Brasil&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ESTADOS UNIDOS&lt;br /&gt;Receita americana para reprodução da elite&lt;br /&gt;Como o sistema educacional norte-americano joga fora as idéias de “concorrência” e mérito para garantir que os filhos da elite tenham lugar cativo em um clube fechado de proteção e reprodução de seus quadros&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Rick-Fantasia_"&gt;Rick Fantasia&lt;/a&gt;&lt;em&gt; (Professor de sociologia no Smith College de Northampton, Massachusetts. Autor (com Kim Voss) do ensaio Sindicatos domesticados: repressão patronal e resistência sindical nos Estados Unidos, Raisons d’agir, Paris, 2003)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O sistema reproduz as elites e, ao mesmo tempo, nega a existência de um sistema de classe e sua influência sobre o poder&lt;br /&gt;Na noite da eleição presidencial, o champanha correrá num edifício de pedra – “La Tombe” [O Túmulo], situado no coração do campus da Universidade de Yale, em New Haven, no Connecticut. As comemorações vão acontecer qualquer que seja o vencedor, John Forbes Kerry ou George Walker Bush.&lt;br /&gt;Parecido com um mausoléu, “O Túmulo” é a sede da Skull and Bones Society (Associação do Crânio e dos Ossos). É o mais fechado dos grupos iniciáticos de Yale. A cada ano, 15 estudantes, em licença, encontram-se nessa sociedade secreta, trampolim para o poder desde que nasceu, há 172 anos. Tem 800 membros vitalícios que, por meio de ritos secretos e encantações, foram unidos numa lealdade testada. Não é só George W. Bush que é um “Bonesman”, também o são seu pai, o ex-presidente George H. W. Bush, seu tio Jonathan Bush, os tios de seu pai, John Walker e George Herbert Walker III, e seu avô, Prescott Bush; por outro lado, o atual presidente dos Estados Unidos nomeou pelo menos cinco membros desse grupo para cargos em seu governo. Se o candidato republicano vier a perder a eleição, será sucedido por um outro diplomado de Yale e membro da Skull and Bonés: John Kerry.&lt;br /&gt;A Skull and Bones Society serve igualmente como correia de transmissão para a Corte Suprema, para a Central Intelligence Agency (CIA), para as bancas de advogados e para os conselhos de administração mais prestigiosos do país. A rede constituída por essa sociedade oferece um abundante material a quem quiser elaborar uma história tecida de complôs e de intrigas. Entretanto, é mais produtivo partir desses clubes e associações para dissecar os mecanismos habituais de privilégios de classe que funcionam no interior do sistema educacional através de clubes privados. Porque, assim como Yale tem sua Skull and Bonés, Harvard tem seu Porcellian Club e a Universidade de Princeton tem seu Ivy Club. Com as instituições menos conhecidas que a elas se vinculam, as oito universidades de elite norte-americanas da “Ivy League” compõem um mecanismo de seleção social bem regulado que permitiu reproduzir as elites norte-americanas e, ao mesmo tempo, negar a existência de um sistema de classe e sua influência sobre o poder.&lt;br /&gt;Mudança no pós-guerra&lt;br /&gt;As instituições privadas da elite tiveram aceitar os que eram socialmente bem colocados e os que eram escolarmente bem preparados&lt;br /&gt;No pós-guerra, teve início uma dinâmica de democratização do ensino secundário norte-americano graças ao desenvolvimento do sistema público de ensino superior e universitário. Uma população importante e diversificada teve acesso a estudos superiores, o que não deixou de induzir mudanças no âmbito da elite e das instituições privadas. Até então, as universidades da Ivy League funcionavam a serviço da classe alta, recebendo quase unicamente filhos das famílias aristocráticas, geralmente na base de uma “piscada e de um aperto de mãos” (o que equivale a dizer em função da rede de relações sociais). Uma vez admitidos, esses filhos de família de “sangue azul” levavam uma vida universitária tranqüila num clima de veneração institucional. Estabeleciam sólidas ligações com seus pares, destinadas a durar a vida toda e que iam do Rotary Club aos conselhos de administração, passando pelos terrenos de golfe (é o que ainda se chama de old boy network, ou “rede dos rapazes de idade madura”).&lt;br /&gt;No decorrer das décadas seguintes, sob a pressão das novas políticas governamentais de ajuda aos estudantes sem dinheiro, do Movimento dos Direitos Civis dos Negros e das lutas feministas, as instituições privadas da elite tiveram que fazer coexistirem os que eram socialmente bem colocados e os que eram escolarmente bem preparados. As universidades da Ivy League apoiaram, então, critérios de admissão mais meritocráticos do que aristocráticos (resultados nos exames, histórico escolar). Com a multiplicação dos estabelecimentos públicos de qualidade e uma escolaridade a baixo custo, o aparecimento de bolsistas nos campi da maioria dos faculdades e universidades de elite fortaleceu a idéia de um sistema de ensino superior aberto a (quase) todos. Bastava trabalhar muito.&lt;br /&gt;Seleção social&lt;br /&gt;As portas das instituições abriram-se, mas o mundo fechado dos clubes ainda desempenha um papel social maior&lt;br /&gt;O sistema norte-americano de educação superior, entretanto, continua a obedecer a poderosos mecanismos de seleção social, embora sejam mascarados pelos importantes fundos que os faculdades e universidades investem em suas relações públicas, apresentando, externamente, uma imagem de excelência educacional e de neutralidade social. As portas das instituições abriram-se, mas o mundo muito fechado dos clubes, das associações estudantis e das sociedades iniciáticas ainda desempenha um papel social maior nos estabelecimentos da Ivy League. Eles se encarregam da seleção que as universidades efetuavam abertamente antes da democratização” 1. Esses clubes reproduzem o mundo social da elite como uma espécie de conflito cultural, uma conserva cultural da exclusão de classes num sistema de educação baseado, em princípio, na negação das estratificações sociais.&lt;br /&gt;Ainda que os estabelecimentos da Ivy League recebam estudantes originários de um espectro mais amplo da população que no passado, o essencial de seus efetivos provém das elites sociais norte-americana e internacional. Por outro lado, estimulam a presença de clubes reservados à classe superior porque eles asseguram quase automaticamente um pool de doadores potenciais no momento de suas campanhas de arrecadação de fundos.&lt;br /&gt;O ensino superior norte-americano é assegurado por mais ou menos 2 mil instituições cuja hierarquia, com freqüência, estabelece uma correlação entre nível de seletividade e de prestígio com a antiguidade – a hera, ivy, leva tempo para cobrir a fachada de um edifício –, o volume de sua dotação financeira e a origem social de seu corpo discente. No ápice, encontra-se Harvard (fundada em 1636), Yale (1701) e Princeton (1746), as três universidades mais seletivas e mais famosas. Cada uma está à frente de um fundo de dotações equivalente ao capital de firmas multinacionais (com 22 bilhões de dólares, Harvard é a universidade mais rica do planeta; tanto Yale como Princeton detêm, cada uma, cerca da metade desse montante). Cinco outras universidades privadas da Ivy League possuem vários bilhões de dólares, o mesmo ocorrendo com cerca de uma dúzia de outras faculdades privadas entre as mais cotadas.&lt;br /&gt;Negócio universitário&lt;br /&gt;As doações de famílias ricas são estimuladas por “escritórios de desenvolvimento” instalados no interior das universidades&lt;br /&gt;Essa fonte de riqueza é fruto das relações estreitas e antigas entre os estabelecimentos e as famílias norte-americanas mais ricas e eminentes, cujas copiosas doações são cuidadosamente estimuladas por “escritórios de desenvolvimento” instalados no interior das próprias universidades. Aos olhos das multidões, os clubes privados podem passar por bastiões dos privilégios e da exclusão; aos olhos dos administradores das faculdades, são sobretudo frutos maduros a serem colhidos. Os legados dos ex-alunos da Ivy League se sucederam ao longo das gerações, oferecendo aos estudantes atuais as vantagens (equipamentos, professores) de uma herança considerável: as dotações de Princeton, Harvard e Yale, por estudante, chegam, respectivamente, a 1,3 milhão de dólares, a 1,065 milhão de dólares e a 947 mil dólares. A prática que consiste em fazer donativos pessoais a sua alma mater começa a se estender aos estabelecimentos públicos.&lt;br /&gt;Isentas de impostos, as universidades, com freqüência, dão aos municípios uma contribuição voluntária que lhes permite manter boas relações com os políticos locais. Não contentes com investir seus fundos de dotação nos mercados financeiros, várias delas possuem também um enorme parque imobiliário. Amplos setores de Cambridge e de Boston, por exemplo, pertencem a Harvard. Yale possui um patrimônio imobiliário muito apreciável na região de New Haven. Quanto à Universidade de Columbia, seu fundo de dotação de 5 bilhões de dólares faz dela um dos maiores proprietários de terras de Nova York, cidade em que os imóveis são dos mais caros do mundo.&lt;br /&gt;Atrás dos estabelecimentos da Ivy League vêm dezenas de faculdades privadas classificados em função de sua seletividade, de sua reputação, de sua antiguidade, de seus fundos de dotação e da origem social dos alunos. Voltadas para a aquisição de uma “cultura geral” (i&lt;&gt;) e para a formação dos alunos para a reflexão “gratuita”, essas instituições atraíram os filhos das elites sociais que não sofrem pressão financeira e parental para adquirir conhecimentos práticos e entrar no mercado tão logo acabem os quatro anos de estudos e obtenham a licença.&lt;br /&gt;Regime de exclusão&lt;br /&gt;Ameaças de privatização e medidas fiscais regressivas obrigaram algumas das maiores universidades públicas a acumular seus próprios fundos de dotação&lt;br /&gt;Um grau mais baixo na escala social, encontram-se os estabelecimentos públicos. Financiados pelos Estados, sua influência não alcança a de seus congêneres privados, embora os de maior prestígio (Berkeley, o MIT, Caltech, Michigan State University etc.) compensem com sua reputação científica o que lhes falta no plano social2. Durante as décadas do pós-guerra, sua base financeira foi fortalecida pela popularidade de suas equipes de futebol, a qual garantiu um apoio popular e a benevolência dos políticos encarregados do controle de seu orçamento. Porém, mais recentemente, as pressões conjugadas da privatização e de medidas fiscais regressivas obrigaram algumas das maiores universidades públicas a acumularem seus próprios fundos de dotação a fim de atenuar os limites financeiros.&lt;br /&gt;Além dos quase 150 estabelecimentos, públicos ou privados, que combinam qualidade de ensino, nível científico e reputação social, existem mais ou menos 2 mil instituições de ensino superior. A metade delas é constituída por centros universitários públicos de ciclo básico que asseguram, em dois anos, apoio escolar e formação profissional destinada, ao mesmo tempo, a compensar as lacunas do ensino secundário e a formar operários qualificados. Esses estabelecimentos, os community colleges, conservaram, entretanto, uma aparência de função universitária e possibilitam que estudantes de origem popular tenham acesso a universidades para fazerem aí uma graduação de quatro anos. Ainda que menos importante do que no passado, foi essa função de antecâmara, de “transferência”, que contribuiu para dar ao ensino superior seu verniz democrático, disfarçando um sistema injusto atrás do véu simbólico das promessas de futuro, da “oportunidade” aberta aos menos favorecidos3.&lt;br /&gt;O processo de exclusão social opera em todos os níveis de um sistema que tem experiência em travestir uma seleção de classe dando-lhe a aparência de performance universitária. O exemplo mais flagrante de tal viés é o tratamento de favor dispensado aos “legados” (legacies) pela maior parte das instituições de elite. Esse termo designa o tratamento preferencial em matéria de admissão de que se beneficiam os filhos e os netos dos alumni (ex-alunos). Para os filhos daqueles que contribuem generosamente para o fundo de dotação da universidade, a admissão é quase garantida, a menos que se trate de um aluno verdadeiramente incapaz de demonstrar um mínimo de aptidão escolar4.&lt;br /&gt;As escolas do poder&lt;br /&gt;No ápice da pirâmide social, não é a qualidade do ensino que conta, e sim as relações sociais que se estabelecem e se consolidam nas faculdades privadas&lt;br /&gt;Os filhos e as filhas de privilegiados podiam considerar sua admissão a uma das universidades de elite igual a um direito herdado ao nascer; sua experiência universitária lhes servia antes de tudo para tecer os laços e para fortalecer relações entre pessoas originárias do mesmo mundo. Nos últimos anos, o número dos que pretendem atuar na corte dos grandes e poderosos aumentou. Alguns têm os meios financeiros necessários, mas não têm as relações. Os filhos das famílias abastadas que não têm o pedigree social da elite acham-se diante de um problema. Como evitar que sejam excluídos por causa dos mecanismos instituídos pelas gerações anteriores (graças aos quais a classe alta mantinha sua coesão social) e, ao mesmo tempo, por causa de exigências universitárias rigorosas que nem todo mundo está apto a satisfazer?&lt;br /&gt;Para responder a esses problemas, implantou-se, nos últimos dez anos, uma indústria de consultoria que oferece um amplo leque de serviços aos filhos de pais endinheirados que aspiram a um estabelecimento da Ivy League. Os consultores tiram proveito desse engarrafamento no ápice. Propõem cursos particulares e sessões de preparação para os exames de ingresso exigidos pelas faculdades e pelas universidades. Segundo a diretora de uma agência de consultoria, as tarifas para uma preparação de alto nível decuplicaram no decorrer da última década. Sua empresa fornece diferentes serviços cujos preços variam entre 100 dólares (por uma simples avaliação dos alunos) e 10 mil dólares pelo “programa de admissão garantida à Ivy League”. O programa é acompanhado de uma “promessa de reembolso” caso o candidato não seja admitido. Contudo, os alunos são cuidadosamente selecionados antes de poderem comprar esse serviço...&lt;br /&gt;No ápice da pirâmide social, não é a qualidade do ensino que conta mas, sim, as relações sociais que se estabelecem e se consolidam nas faculdades, que são mais apreciados ainda à medida que são exclusivos. Para a classe alta, esses laços vêm muito antes da experiência universitária. Eles foram fortalecidos em escolas primárias privadas, nas férias de verão passadas num pequeno número de localidades litorâneas do Maine (para Bush) e do Massachusetts (para Kerry) e, principalmente, num grupo de escolas secundárias privadas muito fechadas, que são chamadas de prep schools. Dentre elas, 16 são famosas por seus serviços prestados às famílias norte-americanas da classe alta5. Situados em áreas rurais, geralmente na Nova Inglaterra, esses pensionatos foram destinados a isolar seus hóspedes da decadência moral e dos hábitos malsãos imputados às cidades do Nordeste para onde afluíam os imigrantes no século XIX. Como seus congêneres britânicos, buscavam “fortalecer a cepa” da classe alta impondo um regime de levantar-se de madrugada, duchas geladas, regulamentos rígidos e trabalho escolar obstinado.&lt;br /&gt;Recrutamento na elite&lt;br /&gt;O pessoal encarregado das admissões universitárias tende a favorecer o recrutamento de estudantes originários da elite&lt;br /&gt;Esses conservatórios sócio-culturais continuam a prosperar e a preparar seus alunos para se moverem no meio da elite, inculcando-lhes uma certa maneira de ver as coisas, de agir e de falar e empenhando-se para lhes assegurar o máximo de chances de serem aceitos numa faculdade ou numa universidade de elite. Providas de dotações mais importantes que aquelas de que dispõem muitas faculdades privadas, e exigindo despesas de escolaridade da ordem dos 25 mil a 30 mil dólares por ano, essas escolas preparatórias têm os meios de recrutar um exército de consultores que prepararão dossiês elaborados e negociarão diretamente, em nome de seus alunos, com os comitês de admissão das universidades.&lt;br /&gt;Os critérios de admissão – que permitem uma classificação por notas (médias obtidas ao longo do curso de nível médio ou resultados de exames) – conferem uma aparência científica ao que se mantém como um processo social. Porque os exames continuam beneficiando os detentores de um capital cultural, em parte herdado. De resto, os estabelecimentos do ensino médio que atribuíram as notas aos alunos (em vista de sua admissão à universidade) foram, eles próprios, objeto de uma classificação hierárquica estabelecida em função da riqueza do distrito geográfico em que se encontram e conforme se trate dessa ou daquela instituição privada do ensino médio (algumas são conhecidas por servirem de incubadoras para as universidades da Ivy League)6.&lt;br /&gt;O pessoal encarregado das admissões universitárias tende a favorecer o recrutamento de estudantes originários da elite. As universidades já são predispostas a examinar favoravelmente o dossiê dos diplomas dos prep schools. Com freqüência egressos dos estabelecimentos da Ivy League, os consultores sabem persuadir seus interlocutores, na linguagem nuançada típica da classe alta, dos fundamentos para a admissão de seus alunos. As escolas públicas não têm condições de fazer concorrência nesse contexto: devido às restrições orçamentárias que sofrem, a relação média entre estudantes e consultores é, nelas, de 401 para 17. No entanto, os propagandistas da “meritocracia” são, freqüentemente, sinceros. Como venceram dentro do sistema, têm interesse em divulgar seus mitos fundadores.&lt;br /&gt;Sistema vitalício&lt;br /&gt;Pode-se compreender, numa sociedade que não garante nada a ninguém, a preocupação permanente com sua vantagem pessoal&lt;br /&gt;Como seu pai, o presidente George W. Bush freqüentou a Phillips Academy, em Andover (Massachusetts) e John Kerry, a St. Paul’s School, em Concord (New Hampshire). Cada uma dessas escolas tem um fundo de dotação de 300 milhões de dólares e ambas fazem parte dos estabelecimentos privados mais famosos do ensino médio. Aqui, o que conta não é apenas o fato de que os homens (e as mulheres) de poder são produzidos socialmente num estrato muito reduzido da sociedade ou que o sistema educacional funciona segundo um princípio que responde ao palavrão impronunciável “classe”. A maneira como se desenrola a vida da elite social revela a contradição fundamental aninhada no coração da sociedade norte-americana: uma tal existência aristocrática viola abertamente a ideologia do mercado que domina o pensamento dos grandes partidos e o das elites sociais.&lt;br /&gt;Pode-se compreender, numa sociedade que não garante nada a ninguém, a preocupação permanente com sua vantagem pessoal. “Dar a meu filho todas as vantagens”: uma prática que está encaixada na que já faz pender a balança social para o lado dos beneficiários da maior parte das vantagens. Porque os 10% de norte-americanos situados no ápice da escala, que detêm cerca de 72% da riqueza nos Estados Unidos, viram sua renda anual aumentar numa média de 90% entre 1970 e 2000, ao passo que a renda dos outros estagnava.&lt;br /&gt;Embora repisem o discurso da concorrência, do mérito e da economia liberal, as elites sociais não poupam esforços nem dinheiro para protegerem seus filhos em lugares privados, longe da violência que corre em outros locais e longe do risco de ver sua prole se unir a alunos estranhos a seu meio social, suscetíveis de influenciá-los e de rivalizar com eles. Esse mundo de relações em espaço fechado, onde se vive cercado em cada etapa da existência por altas muralhas institucionais, protegido por listas de membros, critérios de admissão na frente do cliente e dos estratos sucessivos de ritos e de práticas de exclusão, gera um intenso fenômeno de classe numa sociedade que se imagina desprovida de classes. Quando se observa que essas instituições de elite, que atraem os membros de uma elite, os recrutam para a vida toda (alunos do primário escolhidos com o maior cuidado, prep schools, universidades da Ivy League, enclaves privados no interior dessas universidades, como a Skull and Bonés, clubes reservados aos homens ou às mulheres), é impossível não ficar chocado com algo paradoxal: um sistema vitalício, elaborado, de associações coletivas e de “proteções sociais” que representa – mas no seio da elite e para seu proveito – uma forma de socialismo “do berço até o túmulo”.&lt;br /&gt;(Trad. Iraci D. Poleti)&lt;br /&gt;1 - A abertura dos faculdades de maior prestígio para categorias de estudantes que deles eram excluídas anteriormente, como as mulheres e os negros, não significa que essas instituições tenham recrutado muito entre os pobres ou na classe operária. Um estudo recente sobre as 146 faculdades e universidades mais competitivos indica que só 3% dos estudantes admitidos vêm de famílias econômica e socialmente modestas (ver "Class Rules: the Fiction of Egalitarian Education", Peter Sacks, The Chronicle of Higher Education, 25 de julho de 2003). Henry Louis Gates Jr., presidente do Departamento de Estudos Africanos e Afro-americanos de Harvard, estima que “as crianças negras que entram em Harvard ou em Yale vêm das classes médias. Ninguém mais é admitido nelas”. 2 - A riqueza e a fama das universidades da Ivy League se convertem em capital (ou em recursos) científico, pois esses estabelecimentos conseguem, mais facilmente, atrair os melhores professores e pesquisadores, oferecendo-lhes bolsas de pesquisa muito importantes. 3 - Ver, de Steven Brint e Jerome Karabel, The Diverted Dream: Community Colleges and the Promise of Educational Opportunity in America, 1900-1985, Oxford University Press, Nova York, 1989. 4 - Cf., de Jacques Steinberg, “Of Sheepskins and Greenbacks: College-Entrance Preferences for the Well Connected Draw Fire”, The New York Times, 13 de fevereiro de 2003. 5 - Ver, de Caroline H. Persell e Peter P. Cookson, "Pensionnats d’élite: ethnographie d’une transmission de pouvoir" in Actes de la recherche en sciences socials, n° 138, junho de 2001, p. 56-65; e Preparing for Power: America’s elite boarding schools, Basic Books, New York, 1985. 6 - Nos Estados Unidos, as escolas são amplamente financiadas pelos impostos sobre bens imóveis, embora o financiamento das escolas seja em função do nível de ensino e da riqueza dos contribuintes da localidade (e do Estado). O governo federal (Washington) dá somente cerca de 10% da verba destinada ao ensino de primeiro grau e ao ensino médio. 7 - Dados extraídos de The State of College Admission, 2003-2004, publicado pela National Association for College Admission Counseling, Alexandria, Virgínia, fevereiro de 2004, p. 4-6.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-3447301606768763834?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/3447301606768763834/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/para-estudar-e-reflectir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/3447301606768763834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/3447301606768763834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/para-estudar-e-reflectir.html' title='Para estudar e reflectir'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-3141440807271116375</id><published>2009-02-27T12:00:00.000-08:00</published><updated>2009-02-27T12:02:06.570-08:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>&lt;strong&gt;CARVALHO, &lt;/strong&gt;José Murilo de, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;A construção da ordem: a elite política imperial&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Editora Campus, 1980 ( Original da Universidade do Texas,  Digitalizado em 26 Ago 2008 )&lt;br /&gt;ISBN 8570010494, 9788570010490&lt;br /&gt;202 páginas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-3141440807271116375?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/3141440807271116375/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_27.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/3141440807271116375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/3141440807271116375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_27.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-5701195482957219208</id><published>2009-02-26T16:54:00.000-08:00</published><updated>2009-02-26T17:01:11.983-08:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;JOHNES Martin., &lt;em&gt;Archery, Romance and Elite Culture in England and Wales,&lt;/em&gt; c.1780–1840 , Blackwell Publishing, Abril 2006&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abstract:&lt;br /&gt;During the sixteenth and seventeenth centuries, the longbow was rendered redundant as a weapon of war by technological developments such as the musket. Yet at the end of the eighteenth century, archery was revived as a fashionable pastime amongst the English aristocracy thanks to a nostalgic taste for the gothic and medieval. Archery societies were set up across the country, each with its own strict entry criteria, outlandish costumes and extravagant dinners. In a period that saw the making of the modern British upper class, as landowners became more powerful, more unified and more status-conscious, archery societies were havens of exclusivity and a way of reinforcing and reassuring one's own position in society. Furthermore, women could not only compete in the contests but retain and display their ‘feminine forms’ whilst doing so, and thus the clubs also acted as a forum for introductions, flirtation and romance. This article explores the meaning of archery for upper-class men and women and demonstrates how wider social needs and interests shaped play, recreation and fashion. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-5701195482957219208?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/5701195482957219208/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_26.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/5701195482957219208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/5701195482957219208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_26.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-6581135117996214636</id><published>2009-02-25T06:13:00.001-08:00</published><updated>2009-02-25T06:13:41.619-08:00</updated><title type='text'>Visionamento aconselhado</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=7bEeAiVnGbM"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=7bEeAiVnGbM&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-6581135117996214636?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/6581135117996214636/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/visionamento-aconselhado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/6581135117996214636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/6581135117996214636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/visionamento-aconselhado.html' title='Visionamento aconselhado'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-8580959599710459819</id><published>2009-02-25T06:08:00.000-08:00</published><updated>2009-02-25T06:09:29.342-08:00</updated><title type='text'>Estudo de Elite</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Campo Epistemológico&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O estudo de Elite é um estudo de desambiguação, o que significa investigar para a resolução da ambiguidade gerada por um termo que tem conhecido ao longo dos últimos anos impulsos teóricos e empíricos marcadamente ideológicos – distantes, pois, de uma centralização científica. As identidades colectivas, as práticas sociais, permitem o sobressair das elites que emergem do seu seio. Isto é visivel em campos institucionais, políticos, mentais, de ideias, de culura, de economia. O que, à partida, parece incontornável radica no facto de a elitização ocorrer até mesmo no interior das organizações comprometidas com os princípios de igualdade e democracia, ou seja, os partidos políticos que são a forma política organizada da cidadania e da representação dos cidadãos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-8580959599710459819?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/8580959599710459819/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/estudo-de-elite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/8580959599710459819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/8580959599710459819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/estudo-de-elite.html' title='Estudo de Elite'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-704859918172596595</id><published>2009-02-25T06:05:00.000-08:00</published><updated>2009-02-25T06:07:19.418-08:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SaVQXwbdlNI/AAAAAAAAAAk/_8LD5lzss4g/s1600-h/bu01224.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306736104993297618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 171px; CURSOR: hand; HEIGHT: 171px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SaVQXwbdlNI/AAAAAAAAAAk/_8LD5lzss4g/s400/bu01224.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As Lições dos Mestres &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Steiner, George &lt;/div&gt;Titulo Original: Lessons of the Masters &lt;div align="justify"&gt;Idioma Original: InglêsTradutor: Rui Pires Cabral &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Editora: Gradiva &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Género: Ensaio&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Idioma: Português&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ano de Publicação da 1ª Edição: 2003&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ano de Publicação da Edição Corrente: 2005&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Local de Publicação: Lisboa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Páginas: 160&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ISBN: 986 616 007 4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação ambivalente entre professores e alunos, entre mestres e discípulos, a barreira entre conhecimento e saber...dos Gregos aos dias de hoje: Sócrates e Alcibíades, Jesus e os discípulos, Abelardo e Heloísa, Dante, Pessoa e os seus heterónimos, Kafka e Max Brod, Heidegger e Husserl entre muitas outras figuras incontornáveis da cultura ocidental. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-704859918172596595?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/704859918172596595/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_25.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/704859918172596595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/704859918172596595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_25.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SaVQXwbdlNI/AAAAAAAAAAk/_8LD5lzss4g/s72-c/bu01224.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-694078534615453493</id><published>2009-02-25T05:53:00.000-08:00</published><updated>2009-02-25T06:00:05.726-08:00</updated><title type='text'>Revista do Dia</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SaVNiIT_7HI/AAAAAAAAAAc/n3IYqNVMh6U/s1600-h/levi_straus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306732984668253298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 323px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SaVNiIT_7HI/AAAAAAAAAAc/n3IYqNVMh6U/s400/levi_straus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Legenda: Claude Lévi-Strauss (Bruxelas, 28 de novembro de 1908) é um antropólogo, professor e filósofo francês, considerado o fundador da Antropologia Estruturalista, em meados da década de 1950, e um dos grandes intelectuais do século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Revista:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nº38 - février-avril 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;portalscience.com&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Les génies de la Science&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Láctualité de l´histoire des sciences&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*pour la science&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Claude Levi-Strausse, un regard neuf sur l´Autre&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-694078534615453493?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/694078534615453493/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/revista-do-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/694078534615453493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/694078534615453493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/revista-do-dia.html' title='Revista do Dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SaVNiIT_7HI/AAAAAAAAAAc/n3IYqNVMh6U/s72-c/levi_straus.jpg' height='72' 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href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/6361908656925593142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/6361908656925593142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_19.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-8543205574073082369</id><published>2009-02-17T02:49:00.000-08:00</published><updated>2009-02-17T02:51:21.943-08:00</updated><title type='text'>Livro do Dia</title><content type='html'>COELHO, António Borges, &lt;em&gt;Quadros para uma viagem a Portugal no século XVI,&lt;/em&gt;Caminho, colecção universitária 13, Lisboa, 1986&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-8543205574073082369?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/8543205574073082369/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_17.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/8543205574073082369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/8543205574073082369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_17.html' title='Livro do Dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-797469833286976695</id><published>2009-02-16T02:58:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T02:59:15.448-08:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>BIRNBAUM, Pierre, Les Sommets de l’État. Essais sur l’Elite du Pouvoir en France, Paris, Éditions du Seuil, 1977.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-797469833286976695?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/797469833286976695/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_16.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/797469833286976695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/797469833286976695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_16.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-2155803943263725690</id><published>2009-02-13T03:26:00.000-08:00</published><updated>2009-02-13T03:28:16.907-08:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>STEINER, George, &lt;em&gt;A Ideia de Europa, &lt;/em&gt;prefácio de José Manuel Durão Barroso, Gradiva, Lisboa, 1ª edição, Stembro 2005&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-2155803943263725690?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/2155803943263725690/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_13.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/2155803943263725690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/2155803943263725690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_13.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-6957549111624902125</id><published>2009-02-12T08:21:00.001-08:00</published><updated>2009-02-12T08:21:45.772-08:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>ERASMO, Modo de Orar a Deus, tradução anotada de MENDES, Álvaro Pereira e MOTA, Pedro Teixeira da, Publicações Maitreya, Porto, 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-6957549111624902125?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/6957549111624902125/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_12.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/6957549111624902125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/6957549111624902125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia_12.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-1379617395535868631</id><published>2009-02-10T09:51:00.000-08:00</published><updated>2009-02-10T09:55:03.083-08:00</updated><title type='text'>Licenciatura em Ciências da Cultura na ESAD</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;VAI FUNCIONAR NA ESCOLA SUPERIOR DAS ARTES DECORATIVAS&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Despacho nº 22637-Z/2007, publicado no Diário da República, 2ª série, nº 187, de 27 de Setembro de 2007)&lt;br /&gt;Estrutura do Curso:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A licenciatura em Ciências da Cultura propõe-se dotar os futuros licenciados com uma ampla estrutura de conhecimentos e competências na área dos saberes culturais, fornecendo-lhes os fundamentos teóricos de natureza filosófica e estética, exercitando a capacidade reflexiva e habilitando-os com os contributos multidisciplinares para a compreensão, a crítica e a capacidade de intervenção no fenómeno cultural.Nesta perspectiva integrada de aquisição de competências múltiplas e em sintonia com o "Memorando da UNESCO para a promoção das Ciências da Cultura", pretende-se com este curso formar profissionais capazes de responder aos novos desafios do mercado profissional no quadro do mercado europeu de trabalho, em que se exige mobilidade e adaptabilidade. Tais desafios implicam a diversificação e versatilidade de conhecimentos e competências fundados em bases culturais e científicas sólidas, de modo a habilitar o licenciado para o desenvolvimento da inovação e a capacidade de empreendimento.O Curso de Ciências da Cultura propõe-se alcançar os seguintes objectivos:Dotar os formandos de conhecimentos básicos e integrados no domínio da teoria e da prática culturais;Desenvolver competências de compreensão e análise das produções culturais, especialmente no âmbito dos estudos artísticos;Habilitar os futuros licenciados para o desempenho de tarefas de organização, promoção e dinamização de eventos culturais;Fundamentar a capacidade interventiva fundada na reflexão e na criatividade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Instituições AssociadasA&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;PT: Associação Portuguesa de Tradutores&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CNC: Centro Nacional de Cultura&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CCCM: Centro Científico e Cultural de Macau &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;OLP: Observatório da Língua Portuguesa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;SPA: Sociedade Portuguesa de Autores&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Condições de Acesso:- ALUNOS COM O 12º ANO COMPLETO E EXAME NACIONAL DE ECONOMIA OU HISTÓRIA OU PORTUGUÊS&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;12º ano completoP&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;rova de ingresso de (04) Economia ou (11) História ou (18) Português&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Realização de prova escrita de seriação&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Comentário a um texto&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Perguntas de aferição de conhecimentos de História da Cultura Portuguesa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Avaliação das motivações dos candidatos&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sugere-se a leitura e estudo da seguinte obra: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ANTUNES, Padre Manuel, sj, "História da Cultura", Tomo I, Volume IV da Obra Completa do Padre Manuel Antunes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2007.(&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta obra, recentemente editada, pode ser adquirida nos serviços de livraria da Fundação Calouste Gulbenkian).As candidaturas online só serão consideradas desde que cumpram as seguintes regras:Preenchimento e envio do boletim de candidatura onlineEntrega ou envio por correio, fax ou e-mail do comprovativo de pagamento da 1ª prestação da candidatura no valor de 50,00€. A Secretaria da Escola dará a respectiva quitaçãoPagamento do restante da candidatura no valor de 100,00€ no dia da realização das respectivas provas. A Secretaria da Escola dará a respectiva quitação.Nota: No caso de preferir pagar o emolumento de candidatura por transferência bancária, deve efectuá-lo para o NIB 0007 0101 00106150000 93. (Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva)________________________________________&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CANDIDATOS MAIORES DE 23 ANOS SEM AS HABILITAÇÕES ACIMA REFERIDAS(Decreto-Lei nº 64/2006, de 21 de Março)Data de realização das provas especialmente destinadas a avaliar as capacidades para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos (2008/2009): 12 de Maio, 16 de Junho e 21 de Julho. As provas terão início às 18,30 horas.&gt;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O ANO LECTIVO 2009/2010&lt;&lt;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-1379617395535868631?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/1379617395535868631/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/licenciatura-em-ciencias-da-cultura-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/1379617395535868631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/1379617395535868631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/licenciatura-em-ciencias-da-cultura-na.html' title='Licenciatura em Ciências da Cultura na ESAD'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-5808281510892502569</id><published>2009-02-10T09:50:00.000-08:00</published><updated>2009-02-10T09:56:00.077-08:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;CATROGA, Fernando, &lt;em&gt;Entre Deuses e Césares secularização, laicidade e religião civil&lt;/em&gt;, Almedina, Coimbra, Abril 2006&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-5808281510892502569?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/5808281510892502569/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/5808281510892502569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/5808281510892502569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/livro-do-dia.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-6629303014120217723</id><published>2009-02-09T05:39:00.000-08:00</published><updated>2009-02-09T05:44:50.268-08:00</updated><title type='text'>Comunicação na Academia Portuguesa da História</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SZAy9XywGJI/AAAAAAAAAAU/rkijFxmwr7k/s1600-h/Louis-Michel_van_Loo_003.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300792791355365522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 306px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SZAy9XywGJI/AAAAAAAAAAU/rkijFxmwr7k/s400/Louis-Michel_van_Loo_003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;IMAGEM: Quadro de Louis-Michel Van Loo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;PARA O ESTUDO E A REFLEXÃO DO PORTUGAL DO SÉCULO XVIII&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A (ignorada) quinta essência de Pombal -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; comunicação em 5 de Feveriro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo: Falamos das relações de Pombal com os Jesuítas, com a Maçonaria, com o Terramoto, com o a força do seu Poder. Ignoramos assim uma quinta essência, uma quinta vertente: Sebastião José de Carvalho e Mello e o que a História não destaca e quase encobre. É isso o que me tem motivado recentemente, e é disso que vou começar a falar aqui e agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei alguns anos do meu século XX no século XVIII. Isso não me tornou na pessoa actualizada que gostaria de ser. Pelo que peço desculpa. Peço desculpa porque fiquei aquém do meu próprio século e ainda desconheço muito daquele que me motivou a ausência. É das minhas lacunas que vou falar, portanto. E vou fazê-lo como escritor e como aprendiz de historiador, logo sem estar ao nível das vozes que aqui me rodeiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O século XVIII encheu-se da neblina da distância e da poeira dos séculos que se lhe seguiram e, sobretudo, toldou-se em visões facciosas. Eu teimo em andar às vassouradas aqui e acolá nalguns dos seus recantos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que tenho feito é, pois, um percurso cheio de dúvidas, procurando abordar a História através de uma atenção vinda da História das Ideias onde a História das Opiniões é sempre uma vasta contradição que impõe exercícios dialéticos, críticos e de investigação redobradamente atentos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa viagem na minha cápsula do tempo, regista-se que não saí de Portugal durante um bom lapso. E fascinei-me com figuras como Carlota Joaquina, com quem tive um caso não surpreendente, fazendo jus aos boatos postos a correr sobre a pessoa em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse envolvimento sensual nasceu o livrinho Carlota Joaquina, a Rainha que Amou de Mais, ponta visível e partilhável de muitas outras e mais vastas andanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De Carlota a D. Maria I, sua sogra, foi um passo de alcova e de História. E assim escrevi D. Maria I, nem todas as loucas são piedosas, a história da Rainha que teve a coragem de despedir o Marquês de Pombal, um novo exercício de pensamento. Exercícios estes que não foram totalmente inúteis, pois trouxeram-me aqui e a conhecer-vos de perto esta tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menos apta aos caprichos romanescos, Maria I afigurou-se-me como uma protagonista histórica ainda mais apaixonante e injustiçada por algumas visões oficiais que não passam de erros crassos, algumas resultantes de conclusões sem bases sérias ou motivadas pelo azedume ideológico. Coberta com muita falsidade, boa dose de fantasias e calúnias e sem defensores, porque é pródiga a História feita pelos vencedores que não se compadece com a debilidade da memória que se adensa sempre sobre a campa dos vencidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria soube reparar as "ofensas" a Deus, que muitos atribuiam a José I e que consideravam causadoras das catástrofes abatidas sobre o Reino; empreendeu moralizar a vida pública; e impôs inequivocamente governar em certos campos de uma forma mais progressiva e eficaz, tão oposta aos últimos anos josefinos, que encerraram num inequívoco saldo negativo, onde as dívidas eram muitas, em dinheiro, em moral, e em justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria é a etapa seguinte ao mundo de Pombal... Se, nos dias de hoje, atribuímos muitos dos nosso males à crise internacional, a época de D. Maria parece ter conhecido um entrave ao crescimento em curso, motivado pelo resultado óbvio das invasões francesas e da mutação que no espaço europeu de então se operava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. José I morre e Pombal é imediatamente arredado. Porque Pombal era, sem dúvida, a imagem do Rei vivo que já ninguém pretendia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rocha Martins na página 33 do seu O Marquês de Pombal Desterrado&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, dá-nos uma imagem da rapidez com que as coisas se passaram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cabia ao principal ministro, pela sua categoria de Mordomo-mor, dirigir o funeral do amo, mas já se cometera o encargo ao Marquês de Tancos, D. Duarte António da Câmara, veador e general das armas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abro aqui um parêntesis: fala-se muito do poder dado a Pombal, mas vem de trás o poder enorme dado ao Mordomo-mor, a quem cabia o governo da Casa Real. Mordomo-mor era o principal ofício da Corte, já com D. João V, por exemplo. E diga-se que o total dos ofícios de corte, masculinos e femininos, estava na ordem das duas centenas de funcionários em meados do século XVII&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;. Este Mordomo acompanhava a figura do monarca sem que se pudesse interpor figura alguma entre ele e sua Majestade. Despachava os filhamentos, foros e moradias, tanto para os moços fidalgos como para os fidalgos escudeiros ou cavaleiros, ou para candidatos aos foros e assentamentos. Depois de consultar o monarca&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre depois de consultar o monarca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos ódios nascidos à época e destacados na Viradeira, à reacção pró-pombalina que dura até aos dias de hoje, o combate entre as figuras de D. Maria e o Valido de D. José parece ainda não ter acabado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso motiva-me, como o predador de factos em que me tornei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desfilar de exemplos é grande:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oliveira Martins que chamou mentecapta à Rainha;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o negativismo da historiografia liberal, com excepções como a de Frei Francisco de São Luís Saraiva, que seria cardeal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- a inversão trazida por Caetano Beirão, quase a roçar o excesso e a evidenciar parcialidade, por exemplo no seu D. Maria I, 1777-1792 : subsídios para a revisão da história do seu reinado &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- as contradições da historiografia do século XX, mesmo a mais fundamentada nas fontes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidencio sobretudo o erro mais comum, que reside na crença, em si mesma contraditória, de que a animosidade entre os príncipes do Brasil e o Marquês de Pombal e o desejo de este ver D. Maria renunciar ao trono em favor de seu filho D. José, não permitiram à futura rainha que se familiarizasse com os assuntos políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma lenda, pois parece ser essa, em contrapartida, a justificação exacta para denotar o envolvimento da Rainha com os assuntos políticos, nos os quais se empenhou nos mais diversos campos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do meu gosto de biografar D. Maria I, o que mais se evidenciou torna-se presente na seguinte constatação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o período josefino é o período josefino e não o período pombalino! Pois prefiro a ideia de um habilíssimo Pombal, mestre em ser servo de seu senhor!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui reside alguma débil polémica, mas uma grande diferença de interpretação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta admissão reside uma grande diferença histórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque parece ter-se perdido de vista que, à partida, o que existe é a vontade de D. José; e D. José tem um sentido de actuação política muito definido – Sebastião José de Carvalho e Mello é sobretudo o seu executante inflexível; daí a projecção que dele emana até aos nossos dias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pombal foi o agente da afirmação do poder régio, agente reformador e mandatado para a ingerência do poder político na esfera de competência do poder eclesiástico, acção a que podemos chamar simplesmente regalismo, neste caso de carácter doutrinário, decorrente de uma teoria específica de poder, sacralizadora da soberania e identificadora do seu âmbito de jurisdição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entende-se por regalismo a supremacia do poder civil sobre o poder eclesiástico, decorrentes da alteração de uma prática jurisdicional commumente seguida ou de princípios geralmente aceites, sem que haja uma uniformindade na argumentação com que se pretende legitimá-lo&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pombal levou até ao extremo a tendência regalista que se vinha acentuando em Portugal desde o período da Restauração. Mas não o fez só. Nem de moto próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As provas do poder josefino sobre a execução poderosa do seu Mordomo-mor são inúmeras.&lt;br /&gt;Enumeram-se duas,&lt;br /&gt;desde logo,&lt;br /&gt;a título exemplificativo:&lt;br /&gt;uma de carácter menor, embora de evidente simbolismo, quando Pombal decreta abolir do calendário os santos jesuítas, como Gregório VI, Inácio de Loyola ou Francisco Xavier, rasurados do hagiológio português, e José I, exercendo a palavra final inerente aos seu Poder, escolhe este último como patrono do reino, depois do grande Terramoto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E outra prova maior, muito tempo passado: não é por afastamento ou morte de Pombal que os fortes de Pedrouços, da Junqueira, de São Julião, do Barreiro, de Setúbal e todos os conventos que serviam de cárcere são abertos, com eles se escancarando ainda a possibilidade de regresso do desterro de presos políticos josefinos, mas sim pela morte do rei José I que entendeu encarcerá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pombal era um feroz executor de José o rei absoluto de ferozes execuções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao abrirem-se os cárceres, foram então libertos e proclamados inocentes o Marquês de Alorna, alguns membros da família Távora. Um longo processo analisou as culpas dos Távora. Conduziu-o um Tribunal especial que, por fim, apenas considerou réu de lesa- -majestade o duque de Aveiro e os seus familiares, ilibando os restantes justiçados, entre os quais se contavam os marqueses de Távora e os seus filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sentença absolutória NUNCA transitou em julgado. NUNCA aconteceu a confirmação régia do veredicto por D. Maria I. Alterada não foi também a situação do Marquês de Gouveia, filho do Duque incriminado, ainda criança por ocasião da tentiva de regicídio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era a prepotência de Pombal que se julgava agora, mas a manutenção da memória de José I que se reclamava oficialmente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cito uma passagem que, por ser de importação, porque parece insuspeita e ainda porque ilustra o que digo. Reza assim:&lt;br /&gt;“Não está provado que D. Pedro III, enquanto Príncipe do Brasil, se tenha oposto abertamente àquilo que se convencionou chamar terror pombalino. Mas quando da sua ascensão ao trono juntamente com sua esposa e sobrinha D. Maria I, após a morte do monarca D. José I, seu irmão, D. Pedro mostrou-se receptivo aos queixumes dos inimigos do Marquês de Pombal e é conhecido o seu desejo de que a repressão contra o marquês e seus apoiantes fosse ainda mais longe.”&lt;br /&gt;Aqui, Charles Gravier, Conde de Vergennes, diplomata e, posteriormente, ministro francês dos Negócios Estrangeiros, preocupado, escreve ainda sobre as suas «ideias de perseguição»:&lt;br /&gt;"O ódio e a vingança parecem caracterizar os sentimentos do rei D. Pedro em relação ao Sr. Marquês de Pombal. Estamos longe de fazer a apologia deste antigo ministro, mas julgo que ele não devia ser atacado por factos que se prendem directamente com a reputação do falecido Rei (D. José I). Se se decidir perseguir e atacar o Sr. Marquês de Pombal, há matéria de sobra no que respeita simplesmente a diversos aspectos da sua administração." Pois atacar o Marquês de Pombal poderia implicar atingir a memória do falecido rei, irmão de Pedro, pai de Maria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, nesta onda de libertações, são incluídos os Meninos de Palhavã (António e José), desterrados e reclusos no inóspito Buçaco, desde 1760.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram filhos de João V, os filhos bastardos (do sexo masculino) do Magnânimo, meios-irmãos de José I, que, agora morto, não sofria já a sua ameaçadora presença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António, José (e um terceiro, Gaspar) foram reconhecidos por João V num documento que só foi publicado depois da sua morte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos exemplos do josefismo como causa de efeitos distintos e acima do pombalismo, não sendo a menos importante a estranha história de José Seabra da Silva, secretário de Estado adjunto do Marquês de Pombal, que fora exilado por intriga deste último; ou o caso do Cardeal da Cunha, que D. José mandou regressar do presídio das Pedras Negras, com pompa e circunstância. (Foi nomeado Ministro e secretário de Estado dos Negócios do Reino por D. Maria I. Foi ele quem redigiu o despacho através do qual o Príncipe D. João VI assumiu a regência, na sequência da doença de sua mãe - a partir de 10 de Fevereiro de 1792).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo leva a crer que Seabra da Silva tenha alertado D. Maria para a possibilidade da criação de uma lei sálica em Portugal, impedindo-a de reinar e passando a coroa para o jovem José, neto&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt; predilecto do Rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. José I teria estado também na origem deste desterro (como esteve em decisões como a morte dos Távora ou da chacina de 23 para 24 de Janeiro de 1777: D. José I, mandando aumentar os contigentes do exército nacional, terá ordenado fazer o recrutamento, a que se recusaram muitos mancebos. Perseguidos, os refractários esconderam-se na Trafaria, pelo que o Rei mandou lançar fogo à aldeia, a fim de os prender ou vitimar.&lt;br /&gt;O executor da terrível sentença foi Pina Manique, sob as ordens de Pombal e com o conhecimento de D. José, que tinha por missão fazer ingressar nas fileiras militares os que delas fossem fugindo; muitos outros, porém, pereceram no incêndio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A povoação foi, entretanto, reconstruída e o moço fidalgo Diogo Inácio Pina Manique acabaria ao serviço de D. Maria I, de quem foi Intendente-Geral da Polícia, desembargador dos agravos da Casa da Suplicação, contador da Fazenda, Superintendente-Geral dos Contrabandos e Descaminhos e fiscal da Junta da Administração da companhia de Pernambuco e Paraíba, e dando-se-lhe por ajudante, como ele requerera, seu irmão António Joaquim de Pina Manique, desembargador da Relação e Casa do Porto. Muita recompensa para quem se tinha provado um muito bom serviçal do Rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até no final da sua vida se prova, ainda, a independência e relevância de D. José I face ao seu ministro. Nas últimas disposições que, depois da paralisia parcial que o acometeu, assinou por seu próprio punho, e que incluiam o casamento do seu neto mais velho, o príncipe da Beira, José, com a sua tia Maria Francisca Benedita, tida como ”a mais bela e talvez a mais culta infanta do seu tempo”; e, muito mais importante, a passagem da responsabilidade do Governo da Monarquia para a rainha D. Mariana Vitória. (recordo que D. José deixou a Regência à rainha no final de 1776 e morreu em 24 de Fevereiro de 1777).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esta rainha D. Vitória, vai Pombal pedir a demissão de todos os seus cargos, pedido que a Regente não atende. Em 1 de Março, depois da morte do Rei, apresenta novo requerimento à Rainha D. Maria I. É ela quem o demite, dias mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, reza assim o decreto que D. Maria assina, escrito em Nossa Senhora da Ajuda, ainda em Março de 1777:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“(...) sou servida aceitar-lhe a dita demissão e conceder-lhe a licença que pede. E hei outrossim por bem que durante a sua vida fique conservando os mesmos ordenados que tinha como secretário d´estado dos negócios do reino. E além d´elles lhe faço mercê da graça especial da comenda de S.Tiago de Lanhoso, no Arcebispado de Braga. Que dou por falecimento de Francisco de Melo e Castro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo que se agravava a doença de José I, a hostilidade a Pombal crescia, dentro do Palácio Real e nas ruas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(José Pedro Ferraz) Gramoza&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;[7]&lt;/a&gt;, escreve nos Sucessos de Portugal: “apenas faleceu El-Rei, apareciam todos os dias pela Cidade uma quantidade espantosa de obras poeticas contra elle (contra o Valido), contra as suas acções e involvendo nelas além dos factos criminosos que lhe acumulavão, todos os seus parentes, amigos e Ministros a quem ele mais beneficiou.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noto que este Gramoza foi juiz do crime na corte, na época de Pombal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acrescente-se que alguns desses ministros serão mantidos por D. Maria I.&lt;br /&gt;Esclarecendo:&lt;br /&gt;no executivo de D. José havia quatro ministros,&lt;br /&gt;Pombal,&lt;br /&gt;o cardeal da Cunha,&lt;br /&gt;Aires de Sá e Melo, mais tarde primeiro ministro,&lt;br /&gt;e Martinho de Melo e Castro.&lt;br /&gt;Pombal é substituido por D. Pedro José de Noronha e Camões de Albuquerque Moniz e Sousa, 3º Marquês de Angeja e por D. Tomás Xavier de Brito Nogueira Teles da Silva e Vasconcelos de Lima, 14º visconde de Vila Nova de Cerveira.&lt;br /&gt;É uma surpresa, pois a alta nobreza não integrava, habitualmente, a lista dos ministros de Estado. Angeja vai ser encarregado, pela Rainha, do pagamento das muitas dívidas que a coroa tinha, por vontade expressa de D. José no leito de morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantêm-se os secretários de Estado de Pombal e os seus ministros Aires de Sá e Melo e Martinho de Melo e Castro. Este último era uma escolha pessoal de D.José I, feita, ao que parece à revelia de Pombal.&lt;br /&gt;É afastado o cardeal da Cunha. Dom João Cosme da Cunha (dito «Cardeal da Cunha»), que Pombal protegia desde que escrevera uma pastoral atribuindo o regícidio aos Jesuítas, teve durante anos grande influência na corte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mantido o bispo de Penafiel, o confessor da Rainha, D. Frei Inácio de São Caetano (antigo soldado que entrou por vontade própria na ordem dos carmelitas descalços e que o Papa eleva a arcebispo de Tessalónica). Inácio não tendia para excessos ultramontanos, nem para os Jesuítas, e terá defendido com sabedoria o Marquês seu protector. Mesmo assim, merecia a estima de D. Maria I e D. Pedro III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Visconde de Carnaxide escreve em O Brasil na Administração Pombalina [p.47] “Era sabido que os novos Soberanos não estimavam o velho Estadista. Sentindo-se despoiado e odiado, apressou-se a pedir a demissão de todos os seus cargos”, mas a sua pretensão não foi aceite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o estudo das secretarias de Estado, dos secretários de Estado, dos Ministérios, tropeçamos na falta de arquivos. Da Restauração ao Terramoto parecem ter desaparecido por causa da catástrofe de 1755 e também pela falta de rigor das nomeações – que estão longe de seguir as regras habituais e devidas à atribuição de mercês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pombal era, na altura da morte de José I, um homem de 80 anos, que a doença também acompanhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco depois de retirado das suas responsabilidades, foi chamado a Lisboa e, quando chegou ao Largo do Convento, uma quantidade grande de Povo que ali se achava, disparou muitas pedradas sobre a Berlinda em que se deslocava, pronunciando ao mesmo tempo vozes atrevidas, e infames contra ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados alguns meses foi notificado na Vila de Pombal, onde estava a viver, por requerimento de Francisco José Caldeira Soares Galhardo de Mendanha, para responder a um Libelo na correição do Civel da Corte, o qual continha alguns artigos acres contra a sua pessoa e nada concludentes para a acção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos textos que fala do desenvolvimento deste processo, diz assim: “Tão escandaloso, a conceito de governo, foi o o debate que, por um decreto, se mandaram queimar os autos, com todos os traslados, e prender os advogados de ambas as partes. A arbitrariedade, como sempre em casos taes, foi sem efeito. Evidentemente, tinha Carvalho cópia sua, que divulgou; desta se tomaram outras, e a proibição, açulando a curiosidade, prestou a importância do mistério a um escrito, valioso como resenha dos factos, mas nada encerrando que fosse segredo de Estado, ou pudesse afectar o prestigio, quer do governo existente quer do anterior. Por este documento sabemos quais foram, pelo critério de Carvalho, os actos culminantes da sua gerência e conhecemos as circunstâncias em que foi chamado exercê-las.”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;[8]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rainha delibera em traço final, num critério dúbio da sentença:&lt;br /&gt;« Pelo que sou servida perdoar-lhe as penas corporais que lhe deviam ser impostas, ordenando lhe se conserve fora da corte na distância de vinte léguas[...]. »&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficaria impune Pombal se a sua acção não fosse a vontade do seu próprio Rei? Não perdoava D. Maria I o seu próprio pai ao perdoar Pombal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente, e no meio da contestação, da Viradeira e do muito que foi dito então e posteriormente, os filhos de Pombal continuaram ao serviço do Paço.&lt;br /&gt;Ao primogénito, Henrique José de Carvalho e Mello, já Conde de Oeiras, foi conferido o título de Marquês de Pombal e nomeado Camarista. Mais tarde, promovido pelo Príncipe Regente D. João a ministro do Conselho de Estado e, em 1801, a Presidente do Senado da Câmara, por morte do Marquês de Castelo Melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo filho, cujos nomes próprios são os do rei e do santo jesuísta ( José Francisco Xavier, de apelido Melo e Daun ) , foi nomeado Conde da Redinha em vida de seu pai e, em 1812, 3º Marquês de Pombal e 2º Conde de Oeiras. Foi mantido na sucessão da casa por seu irmão primogénito ter falecido sem descendência. Curiosa e à partida inesperadamente, este Conde da Redinha casou com uma filha de Nuno Távora. Também uma neta do Marquês de Pombal casaria com o filho mais velho de José Seabra – cruzando-se o sangue de Sebastião José de Carvalho e Melo com o das vítimas do seu rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que concerne às três filhas do Marquês, D.Teresa Violante casou com o Conde de São Paio; Francisca com Dom Cristóvão Manuel de Vilhena; e Maria Amália com o Morgado de Oliveira, a quem o príncipe Regente conferiu o título de Conde de Rio Maior e tornou seu camarista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecemos muitas vezes esquecer que a monarquia portuguesa era assente em características específicas – a começar pelo facto do Rei de Portugal não ser sagrado, como por exemplo, o rei de França. A origem contratual do seu poder impunha uma troca de juramento com os súbditos no momento da sua subida ao trono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Manuel I era, por direito divino e humano, senhor da vida e da morte dos homens. Com as Ordenações Manuelinas, a doutrina clássica da Monarquia triunfou. Nada alterou esta disposição nem o período dito Filipino, nem o da Restauração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O período josefino é o da supressão radical dos pormenores que limitavam ainda o poder absoluto. O “despotismo esclarecido” é o culminar de um processo com centenas de anos, que tinha apenas um entrave: a teoria da origem popular do poder real e do direito das Cortes a escolher Rei em caso de crise dinástica (como em 1385 com João I, em 1580 com Filipe I, e em1640 com João IV).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecemos esquecer que a centralização de poder em Pombal não é surpreendente. Desde D. João V, as grandes questões de política interna e de política estrangeira eram tratadas apenas por três secretarias de Estado: os Negócios Estrangeiros e a Guerra; a Marinha e as Colónias; e o Reino. A administração propriamente dita era matéria dos conselhos ou tribunais (o Desembargo do Paço, a Casa de Suplicação de Lisboa e a Casa de Relação do Porto). Pombal cria o Erario Regio e a Junta do Comércio – e sobretudo é sustentado pela conjuntura, pois não teria a mesma história não houvesse o Terramoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa, porém, parece encolher com o josefismo: a dimensão simbólica do exercício do poder. Sendo menores as etiquetas, as cerimónias, as festas, as procissões, o teatro, a literatura, as touradas, os intrumentos de dominação,&lt;br /&gt;tornou-se menor a imagem pública do rei.&lt;br /&gt;José dilui-se por detrás do biombo de um novo conceito de representação, onde o segredo parece ser mais prioritário que a etiqueta. E isso parece afastá-lo da primeira fila do retrato da História...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desgraça, entenda-se o Terramoto, veio reforçar pela economia esta nova etapa que substitui os aspectos essenciais da política cultural barroca.&lt;br /&gt;O património simbólico emerge agora dos escombros. A desordem social e política não assenta na figura central do monarca, que vive numa barraca e sofre as limitações do cataclismo, mas na própria resistência e na luta pela sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu sentimentalismo, ao conviver com Carlota Joaquina, com D. Maria I, com D. José, com Pombal, com João V e João VI, atravessou duas pontes nem sempre convergentes: a História, minha formação e entusiasmo, que tem sido sempre uma dessas pontes; e a ficção, onde me atrevo, tantas vezes, a chamar da outra ponte. É duro sofrer as tentações de dois diabos tão opostos: um brande e exibe os factos, o outro chega a repudiar o incontroverso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, há efeitos pombalinos irrecusáveis:&lt;br /&gt;a ascensão do estrangeirado Carvalho e Mello ao Poder, opera uma abertura a correntes europeias no terreno do Direito e da Filosofia Cultural, a par de uma teorização juspolítica e juscanónica regalista a relevar. Mas é também no contexto de tal institucionalismo político que todo o naturalismo que possa ser inferido em matérias de natureza moral (e política) se proíbe. Podemos dizer até que há um sensível estreitamento de reflexão, na articulação de saber e de poder na passagem do reinado de D. João V para o de D. José I em tudo aquilo que não diga respeito, ou ao enciclopedismo de teor cientista, ou à complementaridade jusnaturalista para a fundamentação regalista do absolutismo.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn9" name="_ftnref9"&gt;[9]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esse entenditemento gerou as minhas interrogações:&lt;br /&gt;Qual seria a importância de Pombal sem Jacob de Castro Sarmento, Azevedo Fortes, Verney, João Baptista ou Teodoro de Almeida? Qual o significado cultural do Pombalismo sem os seus antecedentes, sem as tentativas reformadoras surgidas ainda no reinado de João V?&lt;br /&gt;O empreender cultural do Pombalismo alarga-se para além da Educação? E esta não é equívoca e limitada na sua fundamentação regalista?&lt;br /&gt;Podemos limitar esta passagem da história ao entendimento do combate entre uma ideia de Europa revestida do mito iluminista de progresso, e o chamado velho sistema obscurantista de ensino, dito jesuítico?&lt;br /&gt;Podemos ir beber às raízes de um traço maçónico a conduta de Pombal que lhe impõe a reforma da nação portuguesa pela medida dos parâmetros da então dita Europa Culta&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn10" name="_ftnref10"&gt;[10]&lt;/a&gt;?&lt;br /&gt;Devemos aceitar a tese de um Poder pessoal que leva o Valido do rei a protagonizar combates políticos que tiram do seu caminho, e de uma forma radical, inimigos e opositores incómodos?&lt;br /&gt;Ou atribuir tudo às consequências do Terramoto, ao catastrofismo, esquecendo que “O discurso político pombalino (patente na legislação, nos tratados e na propaganda do Estado) engloba uma dimensão mitificante e uma dimensão utópica que deve ser entendido no quadro de transformação de macro-estruturas, ou seja, da mentalidade política e social e dos paradigmas culturais que tinham enformado a vida portuguesa nos duzentos anos precedentes”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn11" name="_ftnref11"&gt;[11]&lt;/a&gt;?&lt;br /&gt;O que seria de Pombal sem as influências de que foi alvo? Imagine-se ficarmos sem a famosa frase que sintetiza bem a coloração simbólica dos novos tempos, a frase que foi&lt;br /&gt;proferida por D. José Manuel da Câmara, o segundo Cardeal Patriarca de Lisboa,&lt;br /&gt;“Temos de cuidar dos vivos e enterrar dos mortos”, a mesma que a História fez propriedade de Pombal... Não seria ficar sem um pedaço do mito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto a estas interrogações, uma outra interrogação: que ignorada quinta essência de Pombal pode motivar as minha próximas andanças de curioso incorrigível?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso ter sido Agustina Bessa Luís quem disse, a propósito de Pombal: há só o homem e o enigma, e o nome escrito em papéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso então entender que é a natureza do Homem Pombal que constitui essa quinta essência enigmática?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecemos mais das suas formas de Agir, do que das suas formas de Pensar e sobretudo de Sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há, nesta crosta, no revestimento humano da personagem, o cobrir da verdadeira essência que me motiva a continuar em buscas e indagações: quero encontar Sebastião José de Carvalho e Mello como o produto de ideólogos, ideias e mitos do seu tempo, isto é, o Homem influenciado. Mas, sobretudo, o que mais me motiva é descobrir o Homem para lá do governante, o homem governado, o homem que foi o executante eficaz de uma política concertada e não autónoma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação do Estado Moderno Português foi subordinada a um acontecimento abrupto, determinista, desproporcional: o Terramoto de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Pombal não.&lt;br /&gt;O período&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn12" name="_ftnref12"&gt;[12]&lt;/a&gt; da história política portuguesa em que se assiste à exorbitação máxima de um ideário de inspiração regalista (dado que já se tinha começado a exacerbar no reinado do absolutismo glorioso de D. João V) na sua expressão política que se costuma designar por despotismo esclarecido ou por absolutismo iluminado – durante o qual o conflito travado entre o poder real e o poder eclesiástico contabilizou mais vitórias para aquele no quadro da tradição de disputa com a cúria romana - deve ser analisado como um ponto de chegada de um longo percurso de combate do poder temporal contra a supremacia do poder espiritual. No plano da longa duração, remonta à disputa entre o Sacerdócio e o Império na Idade Média. Daí que se deva fazer a distinção, como defende Zília Osório de Castro&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn13" name="_ftnref13"&gt;[13]&lt;/a&gt;, “entre regalismo e / regalismos ou formas de regalismo”.&lt;br /&gt;Mas a este período, para muitos Pombalino, eu chamo Josefino e é entidade autónoma na História portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sebastião José foi um hábil governado, pois soube “incorporar de forma exímia o modelo de ministro omnipotente de um rei absoluto, que a sua propaganda e prática política ainda tornaram mais absoluto&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftn14" name="_ftnref14"&gt;[14]&lt;/a&gt;”. É essa a meu ver a sua quinta essência, à qual voltarei noutro momento, apenas mais oportuno porque me proporcionará defender ideias com mais demora e acerto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia de um habilíssimo Pombal, mestre em ser servo de seu senhor, no plano do questionamento dos lugares míticos da historiografia, é uma questão terrível. É tocar o intocável, e só posso fazê-lo ao colocar-me no terreno intermédio do historiador e do efabulador. Desta forma ganho mais espaço de manobra para mexer com os saberes adquiridos e colocar perguntas – que se calhar, só para mim parecem interessantes.&lt;br /&gt;A nova historiografia pombalina, abundante, multimoda, mas em muito convergente com a ideia de um Pombal em plena posse de um poder ratificado pelo Soberano, espera-me no retomar do tema, que aqui peca de tão carente de fontes e fundamentação. Aceite-se pois o que eu disse como proposição, 'maquilhada' de confabulações de um historiador que também é um ficcionador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela paciência de quem escutou, obrigado.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; MARTINS, Francisco José da Rocha, O Marquês de Pombal desterrado 1777-1782, Empresa Nacional de Publicidade, Lisboa, 1939&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;2]&lt;/a&gt; Cf.HESPANHA, António Manuel, As Vésperas de Leviathan,Instituições e Poder Político, Portugal,, século XVII, Lisboa, edição do autor,1987, I volume, pp.328-330.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; É curioso ver as diferenças entre fidalgo, fidalgo escudeio, fidalgo cavaleiro, escudeiro fidalgo e cavaleiro fidalgo que a história produz.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; BEIRÃO, Caetano, D. Maria I, 1777-1792 : subsídios para a revisão da história do seu reinado, Lisboa : Empr. Nacional de Publicidade, 1944&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; Veja-se, por todos, CASTRO, Zília Osório de, O Regalismo em Portugal. António Pereira de Figueiredo,”Cultura, História e Filosofia”,vol VI.,1987, pp. 357-408.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; Cf. CANAVEIRA, Manuel Filipe Cruz M. , Sua Majestade Fidelíssima, Da Monarquia, Imagem da Realeza Idel e Educação do Rei no Absolutismo Português e Europeu, dissertação de Doutoramento apresentada à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, 1996. Nomeadamente in INSTRUÇÕES DADAS POR S. M. O SENHOR REI D. JOSÉ I DE BOA MEMÓRIA PARA A EDUCAÇÃO DE SEU AUGUSTO NETO O SERENÍSSIMO PRÍNCIPE D. JOSÉ&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; In José Pedro Ferrás Gramoza Successos de Portugal : memorias historicas politicas e civis em que se descrevem os mais importantes successos occoridos em Portugal desde 1742 até ao anno de 1804; ed. lit. Francisco Maria dos Santos. Maria dos Santos seria o possuir do manuscrito destas memórias, que editou por sua vontade, em 1882, em Lisboa, usando a Tipografia do Diário da Manhã.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; In J. Lúcio d'Azevedo. O Marquês de Pombal e a sua época 2a ed. com emendas. Rio de Janeiro : Annuario do Brasil ; Lisboa : Seara Nova ; Porto : Renascença Portuguesa, 1922.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;[9]&lt;/a&gt; Cf. José Esteves Pereira, De Luís António Verney a Silvestre Pinheiro Ferreira, in Percursos da História das Ideias, Imprensa Nacional Casa da Moeda, Estudos Gerais, Série Universitária, Lisboa, 2004&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref10" name="_ftn10"&gt;[10]&lt;/a&gt; Cf. FRANCO, José Eduardo, RITA, Annabela, O Mito do Marquês de Pombal. A mitificação do Primeiro-Ministro de D.José pela Maçonaria, Prefácio, Lisboa, 2004&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref11" name="_ftn11"&gt;[11]&lt;/a&gt; FRANCO, José Eduardo, Quem Influenciou o Marquês De Pombal? - Ideólogos, ideias, mitos e a utopia da europa do progresso, citado do sítio da Internet &lt;a href="http://www.realgabinete.com.br/coloquio/3_coloquio_outubro/paginas/12.htm"&gt;http://www.realgabinete.com.br/coloquio/3_coloquio_outubro/paginas/12.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref12" name="_ftn12"&gt;[12]&lt;/a&gt; FRANCO, José Eduardo, Op. Cit.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref13" name="_ftn13"&gt;[13]&lt;/a&gt; CASTRO, Zília Osório de, “O regalismo em Portugal da Restauração ao vintismo”, in Boletim da Associação Portuguesa de Professores de História, Nos. 12-13-14-15, 1990-1993, p. 139; e cf. IPARRAGUIRRE, Isidoro Pinedo, El pensamiento regalista y antijesuita de Manuel Roday Arrieta, Ministro de Gracia y Justicia de Carlos III, Madrid, 1983.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=180529981034104367#_ftnref14" name="_ftn14"&gt;[14]&lt;/a&gt; FRANCO, José Eduardo, Op. Cit.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-6629303014120217723?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/6629303014120217723/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/comunicacao-na-academia-portuguesa-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/6629303014120217723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/6629303014120217723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/comunicacao-na-academia-portuguesa-da.html' title='Comunicação na Academia Portuguesa da História'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SZAy9XywGJI/AAAAAAAAAAU/rkijFxmwr7k/s72-c/Louis-Michel_van_Loo_003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-6379207267253062218</id><published>2009-02-09T05:36:00.000-08:00</published><updated>2009-02-09T05:38:20.164-08:00</updated><title type='text'>Leitura do dia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;MONTEIRO, Nuno Gonçalo, Elites e Poder, entre o Antigo Regime e o Liberalismo, Imprensa de Ciências Sociais do Instituto de Ciências Sociais, 2ªedição rev.,Lisboa, 2007&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-6379207267253062218?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/6379207267253062218/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/leitura-do-dia_09.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/6379207267253062218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/6379207267253062218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/leitura-do-dia_09.html' title='Leitura do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-1658939779649246826</id><published>2009-02-03T11:11:00.000-08:00</published><updated>2009-02-03T11:13:52.931-08:00</updated><title type='text'>Leitura do dia</title><content type='html'>Bessa, António Marques, &lt;em&gt;Quem Governa? Uma análise histórico-política do tema da Elite&lt;/em&gt; (dissertação de doutoramento), Lisboa, ISCSP, 1993.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-1658939779649246826?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/1658939779649246826/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/leitura-do-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/1658939779649246826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/1658939779649246826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/02/leitura-do-dia.html' title='Leitura do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-4179741140959124340</id><published>2009-01-31T10:37:00.001-08:00</published><updated>2009-01-31T10:37:49.558-08:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>FRANCO, &lt;em&gt;Carlos, O Mobiliário das Elites de Lisboa na segunda metade do século XVIII&lt;/em&gt;, Livros Horizonte, Lisboa, 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-4179741140959124340?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/4179741140959124340/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/livro-do-dia_31.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/4179741140959124340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/4179741140959124340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/livro-do-dia_31.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-2786884989760902990</id><published>2009-01-30T02:22:00.000-08:00</published><updated>2009-01-30T02:23:05.439-08:00</updated><title type='text'>Livro do dia</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Poder político e educação de elite&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Maria Elizabete Sampaio Prado Xavier&lt;br /&gt;Edição de Cortez Editora, 1980&lt;br /&gt;Original da Universidade do Texas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;144 páginas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-2786884989760902990?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/2786884989760902990/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/livro-do-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/2786884989760902990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/2786884989760902990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/livro-do-dia.html' title='Livro do dia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-7581324359332290331</id><published>2009-01-30T02:08:00.000-08:00</published><updated>2009-01-30T02:10:44.400-08:00</updated><title type='text'>Pesquisa de elite</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Uma hipótese de trabalho: Artemis, a protectora das virgens Efeso&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Ártemis foi a mais popular das deusas greco-romanas e asiáticas, motivo de culto desde Acádia, Ática e Delos até Roma, mas teve destaque na região da Ásia Menor. Na tradição mais antiga, Ártemis representa a evolução de uma Deusa Mãe e, em Éfeso, local do seu templo mais importante , assimilou uma antiga divindade da fecundidade asiática, a Magna Mater, e correspondia à Perséfone, à Diana, à Cibele da Ásia Menor. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Ártemis era a representação da deusa independente e livre. A vinculação e a experiência religiosa das mulheres cristãs da Ásia Menor com essa deusa também serviram de referências aos seus papéis independentes e de liderança religiosa nas comunidades cristãs.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-7581324359332290331?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/7581324359332290331/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/pesquisa-de-elite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/7581324359332290331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/7581324359332290331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/pesquisa-de-elite.html' title='Pesquisa de elite'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-3566583268625884792</id><published>2009-01-29T16:44:00.001-08:00</published><updated>2009-01-29T16:44:51.975-08:00</updated><title type='text'>Bibliografia de Elite</title><content type='html'>Bachrach, Peter, The Theory of Democratic Elitism. A Critique, Boston, Little, Brown &amp;amp; Co., 1967 [trad. cast. Crítica de la Teoria Elitista de la Democracia, Buenos Aires, Ediciones Amorrortu, 1973].&lt;br /&gt;Benn, S. I., Peters, R. S., Social Principles and the Democratic Elites, Londres, Allen &amp;amp; Unwin, 1959.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-3566583268625884792?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/3566583268625884792/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/bibliografia-de-elite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/3566583268625884792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/3566583268625884792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/bibliografia-de-elite.html' title='Bibliografia de Elite'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-550458850716636854</id><published>2009-01-29T16:37:00.000-08:00</published><updated>2009-01-30T02:06:01.555-08:00</updated><title type='text'>Curioso e raro</title><content type='html'>Livro editado em 1961,SEM INDICAÇÃO DE EDITORA, composto e impresso na Tipografia Silvas, LDA, em Lisboa, com dedicatória ao Professor Doutor António Maria Godinho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÉCNICAS DE PROPAGANDA-ÉLITES, QUADROS E OUTROS ESTUDOS, de José Júlio Gonçalves.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-550458850716636854?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/550458850716636854/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/curioso-e-raro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/550458850716636854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/550458850716636854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/curioso-e-raro.html' title='Curioso e raro'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-5814040625857380362</id><published>2009-01-20T03:30:00.000-08:00</published><updated>2009-01-20T03:39:57.402-08:00</updated><title type='text'>No 1º dia de Barack Obama</title><content type='html'>No dia da tomada de posse de Barack Obama, este 20 de Janeiro de 2009, a sugestão é reler &lt;em&gt;Suicide of an Elite?&lt;/em&gt; de Edward N. Saveth. August 1991. Eis um excerto de um paper, de Saveth, intitulado &lt;strong&gt;Elite Theory of Society&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edward N. Saveth is Distinguished Professor Emeritus at SUNY, The State University of New York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Democracy has been an important value for the American people since the founding of the nation in the late eighteenth century. However, analysis shows that the United States is not truly democratic. Rather, it is an elitist society run by the rich. In this respect, the United States should be called a plutocracy, or government by the wealthy.&lt;br /&gt;The idea that the rich run America has been encompassed in the elite theory of society. Prior to the 1960's, many people accepted the elite theory as a model for American politics. However, after the Vietnam War, some writers began claiming that the elite system had died out in the United States. According to this argument, the Vietnam War was a last-ditch effort by the elite to gain control over the world. When this effort proved to be fruitless, the elite as a whole supposedly "committed suicide" by dissolving itself (Saveth, 1991, p. 44). However, Saveth argues that the elite system is still alive and well in American politics. In fact, there is evidence that elite control in the nation has become even stronger in recent years. This is particularly true in the wake of the Persian Gulf War. It is widely agreed that the U.S. victory in that battle over oil interests helped the nation to overcome its former "Vietnam Syndrome." As such, it eliminated "what had been the prime cause for the alleged elite 'suicide'" (Saveth, 1991, p. 47).&lt;br /&gt;According to the elite theory, it is actually impossible for a true democracy to exist.&lt;br /&gt;. . .eer number of appointments, corporate involvement in the shaping of government policy is extensive" (p. 143). Corporate power is strong in America because money is needed in order for most political policies to be carried out. In this regard, Domhoff claims that the corporate rich have "indirect influence over elected and appointed officials, for the growth and stability of a city, state, or the country as a whole can be jeopardized by a lack of business confidence in government" (p. 77). Domhoff further states that the failure of government officials to meet the demands of big business will generally cause "economic difficulties that will lead people to desire new political leadership" (p. 78). Proponents of pluralism often claim that the two-party system prevents any one group from holding power in America. According to this perspective, American politics is an ongoing competition between conservatism and liberalism. In the words of McKenna and Feingold (1989), conservatism is pluralistic in that it "rejects simple majority rule" and liberalism is pluralistic in that it "rejects rule by a single elite" (p. xix). However, the existence of these two competing ideologies does not guarantee against the existence of elitism i . . . &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-5814040625857380362?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/5814040625857380362/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/no-1-dia-de-barack-obama.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/5814040625857380362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/5814040625857380362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/no-1-dia-de-barack-obama.html' title='No 1º dia de Barack Obama'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-2283294783505392418</id><published>2009-01-19T04:11:00.000-08:00</published><updated>2009-01-19T04:19:30.106-08:00</updated><title type='text'>Para uma bibliografia de Elite 2</title><content type='html'>ALBERTONE, Ettore A., Mosca and the Theory of Elitism, Oxford,  Basil Blackwell Publishers, 1987. &lt;br /&gt;ARMSTRONG, John A., The European Administration Elite, Princeton, Princeton University Press, 1973.&lt;br /&gt;AUSTIN, L., Saints and Samurai. The Political Culture of American and Japonese Elites, New Haven, Yale University Press, 1975.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-2283294783505392418?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/2283294783505392418/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/para-uma-bibliografia-de-elite-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/2283294783505392418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/2283294783505392418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/para-uma-bibliografia-de-elite-2.html' title='Para uma bibliografia de Elite 2'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-7474322803921806268</id><published>2009-01-19T03:33:00.000-08:00</published><updated>2009-01-19T04:08:14.868-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para reflectir'/><title type='text'>Um texto da Folha de São Paulo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;NOTA: &lt;em&gt;Mais uma vez agradeço os textos que me enviaram do Brasil.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A corrupção das palavras&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;fonte: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Estado de São Paulo, 20 de agosto de 2006 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Governos corrompem a linguagem também. Movidos pela propaganda, distorcem sentidos de palavras ao sabor de suas conveniências. George Orwell, o autor de 1984, sabia disso como poucos. No governo Lula, de tantas “despesas não contabilizadas”, uma das palavras que foram mais achatadas, descarnadas, é elite. &lt;strong&gt;Elite, antes de mais nada, significa o que de melhor uma sociedade produz; é um termo de teor qualitativo&lt;/strong&gt;. Mas agora virou insulto. Isso se vê, por exemplo, na campanha eleitoral de TV que começou na semana passada: ter uma origem humilde é a primeira e maior garantia de que um governo é ou será bom. Um sujeito “bem-nascido” é absolutamente incapaz de exercer política a não ser em seu próprio favor. Como se o PT tivesse feito outra coisa no poder!&lt;br /&gt;É claro que elite, em uma de suas acepções, é a minoria no topo da pirâmide social ou, de acordo com o glossário marxista, a “classe dominante”. Mas isso hoje no Brasil implica que se trata de um grupo monolítico em sua desonestidade e crueldade secular. Pertencer quantitativamente à elite – ou à elite branca, no pleonasmo do governador Claudio Lembo – é ser um rico que só é rico porque o dinheiro dos pobres é tirado deles. Daí decorrem duas características muito curiosas: nessa vala comum estão todos os cidadãos da classe média para cima, não apenas da alta; e normalmente quem a menciona se auto-exclui, mesmo que há mais de 30 anos tenha o perfil estatístico exato (patrimônios, valores, preconceitos, hábitos) dos que a compõem.&lt;br /&gt;Outra ironia: todo o discurso anti-elite de Lula, Dirceu e companheirada é influenciado por leituras reducionistas de professores universitários que citam Raymundo Faoro e Celso Furtado a torto e não a direito. Foram os intelectuais do nobre Morumbi – inconscientes da fonte rousseauniana de seus conceitos supostamente originais sobre a pureza de Pindorama em face da “triste civilização” européia – que ensinaram a Lula que o Brasil é governado há 500 anos pelas mesmas pessoas. Fazer tábula rasa da história e da sociedade brasileira é o esporte da “intelligentsia” local, que endeusou Lula como porta-voz das massas e que agora – apesar de ele ter feito o contrário de tudo que foi sonhado, de ser tucanamente a alegria dos banqueiros e oligarcas – se agarram ao fato de que seu eleitorado é em grande parte formado pelos pobres de regiões como a nordeste. E perdoam nele o que não perdoariam em ninguém.&lt;br /&gt;Isso nos leva ao ponto mais interessante de todos: nossa elite – o segmento dos tomadores de decisão nos mais diversos setores da sociedade e do Estado – é mais populista que elitista. Elitismo é a suposição idiota de que só a algumas pessoas é dada a possibilidade de adquirir conhecimento e criar idéias. Sua nêmesis, o populismo, diz representar a massa e saber a solução para seus problemas. Esse populismo vemos o tempo todo nas emissoras de TV, nas gravadoras de discos, nas direções dos partidos, no marketing das empresas. Eles sempre têm certeza do que o público “quer”, e que isso deve ser o mais banal e vulgar possível. Nivelar por baixo, jamais por cima. Tábula rasa. Ou seja: eles têm o mesmo desprezo pela inteligência das pessoas que os elitistas. Na verdade, muitas vezes são as mesmas pessoas. E elas dão as ordens neste grande programa de auditório ou “reality show” que é a ideologia brasileira atual. Sob o doce véu do paternalismo, distribuem a esmola de hoje e não a oportunidade de amanhã. E vencem. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-7474322803921806268?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/7474322803921806268/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/um-texto-da-folha-de-so-paulo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/7474322803921806268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/7474322803921806268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/um-texto-da-folha-de-so-paulo.html' title='Um texto da Folha de São Paulo'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-8478514769770767229</id><published>2009-01-16T10:06:00.000-08:00</published><updated>2009-01-16T10:07:20.706-08:00</updated><title type='text'>Platão - e a elite - na sua “Republica”</title><content type='html'>"O que é uma comunidade justa?", perguntava Platão pela boca de Sócrates, seu mestre. Resposta: “uma comunidade justa é aquela onde os melhores governam com sabedoria.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-8478514769770767229?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/8478514769770767229/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/plato-e-elite-na-sua-republica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/8478514769770767229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/8478514769770767229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/plato-e-elite-na-sua-republica.html' title='Platão - e a elite - na sua “Republica”'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-7111068301885559718</id><published>2009-01-16T09:58:00.000-08:00</published><updated>2009-01-16T09:59:31.490-08:00</updated><title type='text'>Ler e ponderar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Excelência, defina "elite" &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Marcelo Dantas, Folha de São Paulo (03/09/07)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O uso sofístico do conceito de "elite" teve sua origem em nossa intelectualidade. Foi ela quem ensinou aos atuais homens de poder a conveniente manipulação da antinomia elite-povo e quem primeiro se auto-excluiu da tão odiosa "elite brasileira". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&gt;QUANDO ALGUÉM me pergunta qual o principal problema do Brasil atual, não hesito em responder: a falta de precisão vocabular. Vivemos sob o império dos sofismas, em que toda ilegalidade tem direito a um eufemismo, todo impostor, livre acesso à honradez, e toda bravata, o status de argumento. Num ambiente semelhante, o debate público, sério e fundamentado, se torna inviável. Exemplos existem aos montes, mas talvez nenhum deles seja tão grave quanto a utilização que se vem fazendo do termo "elite". Toda vez que um de nossos dirigentes precisa livrar-se de acusações, desqualificar opositores ou simplesmente neutralizar qualquer crítica, a palavra "elite" surge como o pecado feito verbo. Ela encarna tudo o que há de ruim e malvado, o dolo em essência, o egoísmo mais nocivo, a traição sempre à espreita. Curiosamente, essa "elite" não tem rosto. Ela é sempre o outro -o inimigo, o desafeto, o adversário, o opositor. Em suma: o dissenso. Diz-se pertencer à "elite" o indivíduo ou instituição que ouse questionar os atos do poder. Em qualquer língua do planeta, esse substantivo afrancesado -"elite"- inclui o estamento dirigente da nação. Salvo no idioma falado pelos próceres de nossa República. Aqui, ministros de Estado, secretários de governo, parlamentares, magistrados, diretores de bancos e empresas estatais, nenhum se julga parte da "elite". Tampouco são vistos como integrantes da "elite" usineiros heróicos, empreiteiros amigos, marqueteiros audazes ou banqueiros satisfeitos. Já o cidadão de classe média que manifesta publicamente o seu desagrado com o Estado de anomia do país é, de imediato, acusado de tramar o eterno retorno das desigualdades sociais e da concentração de renda. A ofensa é absurda, mas poucos se dão conta disso. Ora, quem paga os elevadíssimos impostos que, já de algum tempo, são cobrados no Brasil não pode ser acusado de responsável pelo atraso da nação. Os verdadeiros culpados são aqueles que tomam esses impostos sem investir corretamente na educação do povo e no desenvolvimento de nossas forças produtivas. As "bandas podres" existem, disso não resta a menor dúvida. Mas hoje, tal como ontem, elas vivem em conúbio com o Estado. O atual governo não moveu uma palha para mudar tal quadro. Pelo contrário, especializou-se em lotear cargos e apadrinhar o fisiologismo. Além disso, encampou a ortodoxia monetária tucana, continuando a desperdiçar o arrocho fiscal no enriquecimento dos grandes investidores nacionais e estrangeiros. Como pode então que os dirigentes continuem a ver nas vaias de alguns ou nas críticas da imprensa a mão conspiratória da "elite"? Dá vontade de dizer: "Excelência, defina elite!". O uso sofístico do conceito de "elite" teve sua origem em nossa intelectualidade. Foi ela quem ensinou aos atuais homens de poder a conveniente manipulação da antinomia elite-povo e quem primeiro se auto-excluiu da tão odiosa "elite brasileira". Ao passar décadas tratando a "elite" como um bloco monolítico e, sobretudo, ao fazer de conta que um país justo se possa estruturar sem elites técnicas, científicas, intelectuais, políticas, burocráticas, artísticas e econômicas, nossa intelectualidade transformou o conceito em um mero clichê ao dispor das lideranças populistas de viés autoritário. Basta-lhes agora dizer "eu sou o povo" e todo questionamento passa a estar identificado com a insatisfação da "elite reacionária". Basta-lhes repetir "o povo chegou ao poder" e o papel histórico da democracia se cumpre, tornando-se ela um instrumento obsoleto. Para que alternância de partidos se quem está de fora é a "elite"? O atual debate sobre a crise aérea espelha à perfeição os efeitos nefastos desse pântano conceitual. Todas as críticas são ditas "provenientes da elite". O próprio tema dos aeroportos em pane e do caos regulatório do setor é tratado como um assunto menor, de exclusivo interesse da "elite". Dois aviões já caíram. Quantos mortos a mais serão necessários para que os governistas de plantão acordem de seu transe? Nenhum povo jamais foi redimido pelo sucateamento dos setores de ponta da economia. Em um debate público sério, estaríamos agora discutindo a crônica incapacidade de nossos governos em assegurar a modernização da infra-estrutura do país. Ao insistirmos na utilização oportunista de conceitos, continuaremos enfrentando crise após crise. O Brasil ficará para trás. A pobreza se eternizará. E a democracia descerá pelo ralo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;MARCELO OTÁVIO DANTAS , 43, formado em ciências econômicas pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), é escritor, roteirista e diplomata de carreira, autor do livro "Três Vezes Mago" (no prelo). É chefe da Divisão de Assuntos Multilaterais Culturais do Ministério das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-7111068301885559718?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/7111068301885559718/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/ler-e-ponderar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/7111068301885559718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/7111068301885559718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/ler-e-ponderar.html' title='Ler e ponderar'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-8531665106553645663</id><published>2009-01-16T04:54:00.000-08:00</published><updated>2009-01-16T05:10:33.375-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos de apoio'/><title type='text'>Elite na Escandinávia</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SXCHOsdZCnI/AAAAAAAAAAM/IsJiRRV33mE/s1600-h/escandinavia01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291878248682687090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 391px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SXCHOsdZCnI/AAAAAAAAAAM/IsJiRRV33mE/s400/escandinavia01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agradeço a quem me enviou o texto que aqui fica por interesse óbvio&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;The concept of "elite" in Scandinavian culture and society: description&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Document Actions Prof. Annegret Heitmann, Department of Nordic Studies, LMU - Prof. Wilhelm Heizmann, Department of Scandinavian Studies, LMU&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;In the context of globalisation, which all over the world constantly produces new structures in areas such as the economy, society and culture, the issue of elite-formation has again become topical – not least in the modern German Academy. This wider phenomenon has in turn had important repercussions within Scandinavian culture, which traditionally has thought of itself as egalitarian. Although social inequality is a constant feature of complex societies throughout history, the word ‘elite’ first appeared in seventeenth century Europe, when it was used in connection with goods that were valuable and expensive. From the eighteenth century, however, the term was applied to individuals who had obtained prominence through their own personal achievements – by contrast with the ascribed status of the higher clergy and the aristocracy. In the age of industrialisation, the meaning of the term increasingly changed to denote a relatively fixed boundary between the upper classes (differently conceived in different countries) and all others. In Scandinavia, from the beginning of the twentieth century, the increasingly influential social-democratic movements opposed the development of any marked differentiation elites and masses. It was thus that the very notion of ‘elite’ came to be negatively marked. Hierarchical structures tended to be thought of as the inverse of the Scandinavian social ideal. But modern sociological theory, since Veblen, assumes that every society will develop elites, whether overt or latent, in the process of establishing group-identities and narratives of social distinction. The aim of the seminar is to problematise this issue as it affects Scandinavia from a literary and cultural-historical perspective. We will examine a wide variety of texts ranging from the middle ages to the present day from the specific point of view of the types of elite-formation, social domination and socio-political criticism represented and the understanding of elite and anti-elite. Several topics are in the course of preparation: in the field of Old Norse, the elite figure of the rune-master (=‘erilaz’), the elite class of the courtiers in the Old Norwegian ‘Courtiers mirror’ and the figure of the priest-chieftains (=‘gođi’) in the egalitarian society of Iceland; and in the field of modern Scandinavian, studies of the 19th-century elite based on education (Geijer, Heiberg, Wergeland), the cult of the genius ('Geistesaristokratie': Strindberg, Hamsun, Ibsen) and the cult of heroes (Amundsen, Nansen) around 1900, and on the fundamental criticism of the egalitarian cultural politics of the twentieth century, f.ex. by Lars Gustafsson. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-8531665106553645663?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/8531665106553645663/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/elite-na-escandinvia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/8531665106553645663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/8531665106553645663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/elite-na-escandinvia.html' title='Elite na Escandinávia'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pbLWDS_0nH4/SXCHOsdZCnI/AAAAAAAAAAM/IsJiRRV33mE/s72-c/escandinavia01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-8054580549906618906</id><published>2009-01-12T03:17:00.000-08:00</published><updated>2009-01-12T03:37:02.650-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliografia'/><title type='text'>Para uma bibliografia de Elite</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Elites locais (Portugal)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POIRIER, J., CLAPIER-VALLADON, S., e RAYBAUT, P. (1995), Histórias de Vida. Teoria e Prática,&lt;br /&gt;Oeiras, Celta.&lt;br /&gt;REIS, J. (1996), O Banco de Portugal das Origens a 1914, Lisboa, Banco de Portugal.&lt;br /&gt;ROCHA, M. M. (1993), Propriedade e Níveis de Riqueza. Formas de Estruturação Social em&lt;br /&gt;Monsaraz na 1.ª Metade do Século XIX, Lisboa, Edições Cosmos.&lt;br /&gt;RUIVO, F. (1990), «Local e política em Portugal: o poder local na mediação entre o centro&lt;br /&gt;e a periferia», in Revista Crítica de Ciências Sociais, n.º 30, pp. 75-95.&lt;br /&gt;SANTOS, R. (1993), «Senhores da terra, senhores da vila: elites e poderes locais em Mértola&lt;br /&gt;no século XVIII», in Análise Social, vol. XXVIII (121), pp. 345-369.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-8054580549906618906?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/8054580549906618906/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/para-uma-bibliografia-de-elite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/8054580549906618906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/8054580549906618906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/para-uma-bibliografia-de-elite.html' title='Para uma bibliografia de Elite'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-1765254469210476224</id><published>2009-01-08T15:11:00.000-08:00</published><updated>2009-01-08T15:13:14.123-08:00</updated><title type='text'>A necessidade de estudar elites</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Recordar:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;25 de Abril: Estudo encomendado por Cavaco Silva sobre juventude já foi entregue no parlamento&lt;br /&gt;Lisboa, 25 Abr (Lusa)&lt;br /&gt;O estudo sobre o comportamento dos jovens  que o Presidente da República, Cavaco Silva, citou no parlamento na sessão solene comemorativa do 25 de Abril já foi entregue aos partidos políticos, informou fonte da Presidência.&lt;br /&gt;A análise sobre atitudes e comportamentos políticos dos jovens em Portugal, mandada realizar por iniciativa de Cavaco Silva, através da Universidade Católica, já foi colocada no "site" da Presidência, sendo considerada "fiável" pelo Chefe de Estado.&lt;br /&gt;De acordo com o documento, metade dos jovens entre os 15 e os 17 anos desconhece quantos países integram a União Europeia, o nome do primeiro Presidente português eleito depois do 25 de Abril e se o PS tem maioria absoluta no parlamento, alertou hoje Cavaco Silva, citando o documento que mostra o "total alheamento" da juventude.&lt;br /&gt;O Presidente da República, que falava na sessão comemorativa do 25 de Abril, na Assembleia da República, apresentou parcialmente esse estudo que mandou realizar e que demonstra o "total alheamento" dos jovens face à política e a insatisfação geral dos portugueses relativamente ao funcionamento da democracia no país.&lt;br /&gt;Cavaco Silva considerou a situação "demasiado séria" e disse que, como "deve prestar contas" do que faz, partilhou os resultados desse estudo sobre atitudes e comportamentos políticos dos jovens em Portugal.&lt;br /&gt;O estudo, apresentado ao Presidente em Janeiro, conclui, em primeiro lugar, que "é notória a insatisfação dos Portugueses com o funcionamento da democracia" que se mostram favoráveis a reformas profundas na sociedade portuguesa.&lt;br /&gt;Revela que os mais jovens, entre os 15 e os 17 anos, e os jovens adultos, entre os 18 e os 29 anos, ou seja, os que nasceram após o 25 de Abril, são a camada etária que se mostra mais favorável à introdução de reformas incrementais e limitadas no sistema.&lt;br /&gt;Adianta que os jovens estão menos expostos à informação política pelos meios convencionais de comunicação do que os restantes segmentos da população e mostram também mais baixos níveis de conhecimentos políticos.&lt;br /&gt;De acordo com o estudo, exceptuando o exercício do direito de voto, a população portuguesa tende a ser céptica em relação à eficácia da participação política tradicional, isto é, aquela que é feita através dos partidos.&lt;br /&gt;No que respeita a um conjunto genérico de medidas destinadas a melhorar a qualidade do sistema democrático, os portugueses são favoráveis à presença das mulheres na vida política, à criação de novos mecanismos de participação e à maior personalização do sistema eleitoral, refere o estudo.&lt;br /&gt;Depois de enunciar a fiabilidade do estudo, Cavaco Silva disse que queria conhecer essa realidade que trouxe agora aos deputados "na convicção de que os agentes políticos não podem alhear-se do pulsar da sociedade e daquilo que os cidadãos pensam daqueles que os governam".&lt;br /&gt;Cavaco Silva sublinhou que, já em 2004, os portugueses se contavam entre os europeus e os cidadãos de países desenvolvidos com pior avaliação do funcionamento da democracia, e que de 2004 para cá, a "insatisfação e o pessimismo" cresceram de forma sensível.&lt;br /&gt;Do ponto de vista do chamado "interesse pela política", os resultados demonstram um "baixíssimo interesse dos inquiridos entre os 15 e os 17 anos".&lt;br /&gt;O documento revela que os cidadãos em geral mostram maiores níveis de interesse pela política a nível local do que a nível nacional e internacional.&lt;br /&gt;De acordo com o Chefe de Estado, foram colocadas aos inquiridos três perguntas muito simples: qual o número de Estados da União Europeia, quem foi o primeiro Presidente eleito após o 25 de Abril e se o Partido Socialista dispunha ou não de uma maioria absoluta no Parlamento.&lt;br /&gt;O Presidente da República mostrou-se chocado porque metade dos jovens entre os 15 e os 17 anos e um terço dos jovens entre os 18 e os 29 anos não foi sequer capaz de responder correctamente a uma única das três perguntas colocadas.&lt;br /&gt;"No dia em que comemoramos solenemente o 34º aniversário do 25 de Abril, numa cerimónia todos os anos repetida, somos obrigados a pensar se foi este o futuro que sonhámos", sublinhou Cavaco Silva.&lt;br /&gt;O Presidente disse ser "natural, saudável" que os cidadãos e os jovens tenham centros de interesse para além da vida política, mas afirma que tal significa que têm a democracia como um dado adquirido, que interiorizaram o facto de viverem num regime democrático e agora dedicam a sua atenção a outras realidades.&lt;br /&gt;Cavaco Silva disse aos deputados que "o nível de informação dos jovens relativamente à política é de tal forma baixo que ultrapassa os limites daquilo que é natural e salutar numa democracia amadurecida".&lt;br /&gt;"O alheamento da juventude não pode deixar de nos preocupar a todos, a começar pelos agentes políticos", alertou o Presidente, sublinhando: "A começar por vós, senhores deputados".&lt;br /&gt;Para o Chefe de Estado, se os jovens não se interessam pela política é porque a política não é capaz de motivar o interesse dos jovens.&lt;br /&gt;"Interrogo-me que efeitos daqui resultarão para o Governo de Portugal num futuro não muito distante", questionou.&lt;br /&gt;O Presidente alertou ainda os deputados para a necessidade de se procurar fazer uma "política de proximidade" relativamente aos Portugueses.&lt;br /&gt;Cavaco foi claro ao declarar que os partidos políticos "possuem responsabilidades muito claras no combate ao alheamento" dos jovens pela vida pública, no fundo, no combate à indiferença que muitos jovens têm pelo futuro do seu País.&lt;br /&gt;Para o Chefe de Estado, isso deve-se, em boa medida, ao facto de não ter havido o necessário esforço para a credibilização da vida política que "não dispensa algo de muito simples que é ouvir o povo e falar-lhe com verdade".&lt;br /&gt;"Vender ilusões não é, seguramente, a melhor forma de fortalecer o imprescindível clima de confiança que deve existir entre os cidadãos e a classe política", reiterou.&lt;br /&gt;Por outro lado, o Presidente denunciou um "certo autismo de alguma classe política", levando-a a conhecer melhor a realidade do País.&lt;br /&gt;Cavaco Silva disse que o "impressiona" que muitos jovens não saibam sequer o que foi o 25 de Abril, nem o que significou para Portugal e que, quando interrogados sobre o que sucedeu em 25 de Abril de 1974, muitos produzam afirmações que "surpreendem pela ignorância" de quem foram os principais protagonistas, pelo total alheamento relativamente ao que era viver num regime autoritário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência Lusa/&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-1765254469210476224?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/1765254469210476224/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/necessidade-de-estudar-elites.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/1765254469210476224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/1765254469210476224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/necessidade-de-estudar-elites.html' title='A necessidade de estudar elites'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-657640013190398554</id><published>2009-01-08T14:39:00.001-08:00</published><updated>2009-01-08T14:39:49.272-08:00</updated><title type='text'>Ideias</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Thomas B. Bottomore explica-nos que a palavra elite foi usada durante o século XVIII aplicada aos produtos de qualidade excepcional e só mais tarde a palavra indicava grupos sociais “superiores” ( unidades militares de primeira linha ou os elementos mais altos da nobreza ). Gaetano Mosca, com a apresentação d´A Teoria das Elites, uma doutrina da classe política, foi o primeiro grande teórico da teoria das elites. Juntaram-se-lhe Vilfredo Pareto - com a teoria da "circulação das elites", alternativa teórica ao conceito de classe dominante de Karl Marx - e Robert Michels  - com a concepção da "lei de ferro da oligarquia". Antonio Gramsci propõe o entendimento do intelectual orgânico, um intelectual político, construtor da classe dominante, para chegar ao conceito de elite. Neste conceito, a ideia de formar uma opinião pública é substituída pela ideia de construção ideológica, entendida como a direcção política num dado momento histórico. Charles Wright Mills propõe entender a elite como um grupo situado numa posição hierárquica superior numa dada organização e com o poder de decisão política e económica. Robert Dahl aceita a expressão como definidora de um grupo minoritário que exerça uma dominação política sobre a maioria dentro de um sistema de poder democrático – é a  elite como grupo localizado numa camada hierárquica superior numa dada estratificação social. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-657640013190398554?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/657640013190398554/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/ideias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/657640013190398554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/657640013190398554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/ideias.html' title='Ideias'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-2835196477553311</id><published>2009-01-08T14:38:00.000-08:00</published><updated>2009-01-08T14:39:11.318-08:00</updated><title type='text'>Plano interpretativo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para uma definição de elite. Degenerescência do conceito.&lt;br /&gt;Elitismo e antielitismo; luta de classes, classe dominante, estratificação social, clero, nobreza, povo e... cidadão&lt;br /&gt;A Elite na História – proto-História, invenção da escrita, morte da moral, individualismo e hedonismo.&lt;br /&gt;As Três Culturas ( de influência sobre o Ocidente ): muçulmana, judaíca e cristã.&lt;br /&gt;Elite na Antiguidade Clássica, na Idade Média, na Idade Moderna, na Idade Contemporânea&lt;br /&gt;Elite Institucional&lt;br /&gt;Elite Cultural&lt;br /&gt;Elite Política&lt;br /&gt;Elite Económica&lt;br /&gt;Elite Mental&lt;br /&gt;Elite Ideológica&lt;br /&gt;Elite Social&lt;br /&gt;Protagonitas de Elite&lt;br /&gt;Estudos de caso&lt;br /&gt;O Universo Universitário como gerador e intérprete de Elite&lt;br /&gt;Conclusões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-2835196477553311?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/2835196477553311/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/plano-interpretativo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/2835196477553311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/2835196477553311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/plano-interpretativo.html' title='Plano interpretativo'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-4005465748561882021</id><published>2009-01-08T14:36:00.000-08:00</published><updated>2009-01-08T14:38:14.874-08:00</updated><title type='text'>ESTUDO DE ELITE - objectivos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Subsídios para a construção de um conceito de influência – uma metodologia operatória para o entendimento da contemporaneidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fará sentido interpretar um novo conceito de Elite no século XXI, entendê-lo aplicável às democracias ocidentais e oposto ao velho conceito das classes dominantes de Marx, ou, de um modo muito mais simples, aceitar que os protagonistas da História são sempre aqueles que se distinguem do grupo -  e isso é elite em vasto modo - ? O Liberalismo fez a apologia da autonomia moral e económica da sociedade civil em oposição à concentração do poder político, aparentemente opondo à concentração de elite uma alternativa mais massificada. Gerou novas elites, mesmo assim. Individualismo metodológico e jurídico, propriedade privada, governo limitado, ordem espontânea, estado de direito, e livre mercado não democratizaram, antes permitiram emergências elitistas dentro do espaço de todos.&lt;br /&gt;Nos dias de hoje, a palavra associa-se tanto a quem lidera como a quem influencia: grupos de pressão e formadores isolados de opinião. Ideia que é muito criticada pela esquerda política ao entedê-la, de forma redutora, como a classe social de maior poder económico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-4005465748561882021?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/4005465748561882021/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/estudo-de-elite-objectivos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/4005465748561882021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/4005465748561882021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/estudo-de-elite-objectivos.html' title='ESTUDO DE ELITE - objectivos'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-180529981034104367.post-5209531836402814413</id><published>2009-01-08T14:24:00.000-08:00</published><updated>2009-01-08T15:14:55.512-08:00</updated><title type='text'>Estudo de Elite</title><content type='html'>Textos de apoio ao Gabinete Estudo de Elite - área coordenada de investigação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visite o link &lt;a href="http://www.iecc-pma.eu/areas.asp?id=14.com"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;http://www.iecc-pma.eu/areas.asp?id=14.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/180529981034104367-5209531836402814413?l=estudodeelite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estudodeelite.blogspot.com/feeds/5209531836402814413/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/estudo-de-elite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/5209531836402814413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/180529981034104367/posts/default/5209531836402814413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estudodeelite.blogspot.com/2009/01/estudo-de-elite.html' title='Estudo de Elite'/><author><name>ELITE</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11263504110224536317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
